Google Wave agoniza, mas não morre

Alguém ainda se lembra do Google Wave? O entusiasmo com o serviço do Google sumiu, por causa dos bugs. Agora, a equipe que o criou conseguiu corrigir algumas falhas.

Pode ser tarde demais. O tempo passou e boa parte dos usuários simplesmente deixou de surfar por ali. Recuperar o interesse desse público vai ser bem difícil – e olha que o pessoal foi bastante paciente. O Google errou ao lançar um produto que ainda não estava nem um pouco pronto. Tudo bem que o pessoal de Mountain View geralmente põe no ar ferramentas inacabadas, que são aprimoradas com o passar do tempo. Mas apesar da proposta revolucionária de permitir colaboração e comunicação em tempo real, o Wave tinha (ainda tem) problemas graves de usabilidade e estabilidade.

Ondas muito grandes explodem. O uso de muitos gadgets também provoca o mesmo desastre. Alguns robôs são temperamentais, e funcionam quando querem. Usuários podiam editar à vontade o conteúdo, o que facilitava o vandalismo e a inclusão de conversas que não tinham relação nenhuma com o tópico. Para piorar as coisas, quem entrava pela primeira vez no serviço também ficava completamente perdido. A pergunta mais frequente que se ouvia era “O que eu faço agora, meu Deus?”.

Para reverter o desastre, a equipe de desenvolvimento do Wave incluiu um painel com seis templates prontos. A ideia está em dar uma ajuda para os usuários perdidos, ensinando o pessoal a criar documentos, abrir uma discussão, montar uma lista de tarefas, fazer reuniões ou iniciar um brainstorm. Além disso, agora é possível remover um participante de uma onda (aleluia) e, desde o fim de março, quem deseja pode receber notificações por e-mail (já era tempo).

Mesmo assim, há muito trabalho a fazer. Muita gente ainda usa as ondas públicas e algumas empresas apostam na colaboração para criar novas ferramentas. A multidão de surfistas da web, no entanto, continua a preferir ondas mais suaves.

Em crise, Ning deixará de ser gratuito

O serviço que permite a qualquer usuário de internet criar sua própria rede social – nos moldes do orkut ou Facebook – deixará de funcionar gratuitamente.

Criado há dois anos e com pelo menos 1 milhão de comunidades estabelecidas (de acordo com último número atualizado), o Ning enfrenta grave crise financeira, o que levou a empresa a demitir seu CEO há dois meses.

O novo chefe do serviço, Jason Rosenthal, anunciou por meio de blog que vai cortar sua força de trabalho quase pela metade. Dos 167 funcionários do Ning, só 98 continuarão trabalhando na casa.

Além disso, o serviço que é gratuito hoje vai tornar-se pago. Em post, Rosenthal afirma que os atuais donos de comunidade terão tempo para migrar seu conteúdo para fora do Ning caso não decidam permanecer no serviço quando for obrigatório pagar por isso.

Atualmente, 10 mil comunidades pagam ao Ning uma taxa mensal de US$ 4,95 para ter um serviço premium. Os detalhes de como será o serviço pago, quanto vai custar aos donos de comunidades e sobretudo o que acontecerá com as comunidades já existentes que não quiserem pagar nada ainda serão revelados.

Desde sua criação, o Ning recebeu US$ 120 milhões em investimentos de capital de risco e até o momento não mostrou como será capaz de recompensar seus investidores.

Anexando arquivos no Gmail via “Drag and Drop”

Apesar da facilidade em anexar arquivos a uma mensagem do GMail, o Google adicionou a possibilidade de se anexar qualquer arquivo a uma mensagem simplesmente arrastando e soltando.

Conhecido com “drag and drop”, o recurso permite que você arraste um ou vários arquivos de qualquer pasta ou dispositivo do computador para uma mensagem em edição. Por ser um recurso, agora nativo do GMail, não há necessidade de se ativar tal configuração.

Vale lembrar que, apesar da novidade, o limite de tamanho das mensagens no GMail continua em 25MB.

A nova opção está disponível somente aos usuários do Google Chrome e Mozilla Firefox 3.6 ou superior.

Segundo o Google, assim que outros navegadores forem compatíveis com a função, ela será estendida aos demais.

Novos recursos de busca no Firefox

Quem usa sabe como é prática a barra de pesquisas do browser. Basta digitar o termo que se deseja pesquisar, selecionar o mecanismo mais indicado e pressionar Enter. O navegador exibe a página com os resultados para a pesquisa encomendada. Mas você sabe o que fazer para incluir um mecanismo de busca nessa barra? Muitos sites oferecem um plug-in para isso, mas quando não há nada pronto disponível na página que você consulta com frequência a solução é pedir a ajuda do complemento Add To Search Bar para o Firefox.

Com essa extensão instalada, clique com o botão direito do mouse no campo de pesquisa da página selecionada e escolha a opção Adicionar à Barra de Pesquisa no menu que surgirá. Em seguida, aceite o nome indicado ou sugira um outro mais curto e direto, para o mecanismo, escolha um ícone caso a página não forneça nenhum e clique em OK (qualquer imagem pode ser transformada automaticamente em um ícone). Feito isso, o mecanismo está disponível para consulta rápida.

Apesar de bem eficiente, o Add To Search Bar não funciona com todas as páginas de busca. Tentamos sem êxito usá-lo com o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), por exemplo. Se você quiser ter acesso mais ágil ao recurso oferecido pela Academia Brasileira de Letras para não derrapar no uso da nova ortografia, uma dica é incluir o link para a página na barra de favoritos do browser.

Na página de complementos do Firefox há uma série de add-nos que adicionam recursos de pesquisa ao browser. Para conferir a lista, clique na setinha ao lado da barra de pesquisas do Firefox, selecione a opção Organizar Pesquisas e, na caixa de diálogos seguinte, clique no link Adicionar Pesquisas e faça suas escolhas.

Reaproveite slides no Google Docs

O gerador de apresentações do Google Docs tem um recurso para simplificar o reaproveitamento de slides de uma apresentação em outra. É só clicar em Inserir > Importar Slides. Se a apresentação estiver armazenada no Google Docs, escolha-a na lista Google Docs. Se estiver em seu computador, clique no botão Enviar Arquivo e localize-a numa unidade de disco local. Se a apresentação aberta não for a que você queria, clique em Alterar para fazer nova procura. Encontrou o que buscava? Marque os slides que deseja recuperar – ou clique em Selecionar Todos os Slides se quiser aproveitar a apresentação inteira – e clique em Importar para concluir o trabalho.

5 vantagens para a virtualização de dados

A virtualização não é um processo novo, mas muitas empresas só começaram a testar o processo agora. Mais quais são as suas vantagens?

Guilherme Araújo, diretor comercial da Online Brasil, sugere cinco pontos, que ele considera como os principais do processo.

“Nos últimos anos, a virtualização de servidores ganhou popularidade. Hoje, entretanto, também a virtualização de desktops e bancos de dados provam ser boas opções para muitas empresas”, diz Guilherme Araújo, diretor comercial da Online Brasil, que atua há 17 anos na indústria de TI.

Segundo o especialista, o modelo será utilizado para criar ambientes mais racionais, gerar economia de espaço e recursos. Confira as cinco vantagens da virtualização, segundo Guilherme Araújo:

1 – Racionalização da manutenção: Reduzindo o número de servidores físicos é possível cortar gastos de manutenção do hardware de forma relevante;

2 – Melhor uso de recursos: Todo crescimento implica em aumento de gastos. Mas quem consegue fazer mais com menos certamente economiza energia elétrica, espaço, refrigeração e administração;

3 – Autonomia de aplicativos: Quando cada aplicativo está inserido em seu próprio servidor virtual é possível evitar que upgrades e mudanças gerem impacto em toda rede e venham a comprometer a rotina de trabalho;

4 – Ganho de eficiência: A virtualização permite apresentar produtos, serviços e projetos ao mercado com maior agilidade, já que é possível acessar desktops remotamente e com segurança;

5 – Conformidade ideal: Várias tecnologias de sistemas operacionais podem coexistir em uma única plataforma. Ou seja, é possível haver sistemas Windows e Linux coabitando o mesmo espaço, o que é uma grande vantagem para as empresas que vêm renovando sua infraestrutura de TI ao longo dos anos.

Fonte: Info TI

Gmail ganha recurso de drag-and-drop


O Google inseriu um recurso no Gmail que agradará em cheio quem vive anexando arquivos nas mensagens: é o drag-and-drop (em português, arraste-e-solte).

O recurso permite que o usuário pegue um arquivo em qualquer pasta do Windows e o jogue direto para a janela de “escrever e-mail” do Gmail.

Durante o processo, o usuário só deverá ficar esperto para jogar o arquivo exatamente numa caixa verde, que aparece com a mensagem “Solte os arquivos aqui para adicioná-los como anexo”.

O drag-and-drop funciona com apenas um arquivo ou um conjunto deles. O bacana é que o recurso, além de economizar alguns cliques e aposentar a ferramenta “Anexar arquivo”, é compatível com qualquer tipo de dado, como fotos e documentos de textos.

O drag-and-drop está ativado para todos os usuários e não precisa ser configurado. Mas ele tem uma limitação: só funciona no Gmail que é aberto nos navegadores Firefox 3.6 e Google Chrome.

Google apresenta o ‘novo Docs’

Depois do lançamento do Microsoft Office nas nuvens, o Google revela upgrades para o Docs em contra-ataque.

O pacote de aplicativos testa uma nova experiência de edição online que pode ser separada em três grandes áreas: documentos, planilhas e desenhos.

Na primeira delas, a mais popular entre os usuários e responsável por agregar arquivos de texto (correspondente ao Word, no software da Microsoft), o Docs usará uma edição compartilhada em tempo real. Isso significa que, se algum usuário estiver digitando em um documento aberto, o outro poderá ver e interagir com todas as anotações ao mesmo tempo.

As marcações por escrito agora podem ser feitas por todo o espaço do documento, com um atalho na parte inferior da tela que remete ao Google Talk; a partir dela, os usuários autorizados a editar o arquivo também podem responder ou comentar a anotação sem que haja uma poluição da tela.

Ainda na área de documentos escritos, outra novidade é uma maior gama de opções para customizá-los, dos quais se destacam uma rolagem para controlar as margens e a possibilidade de edição direta de imagens na página.

Quanto à área de planilhas, por sua vez, as alterações se resumem a uma melhoria na navegação, a uma rolagem mais rápida na página e a adição simplificada de fórmulas nas tabelas. Todas elas, segundo o Google, ganham mais velocidade e maior uso intuitivo.

O que mais surpreende nas inovações do Docs, entretanto, é a chegada de uma área voltada para “desenhos nas nuvens”. Com ela, os usuários terão facilitadas as criações de diagramas, gráficos e outras ilustrações de modo online, sem necessidade de baixar qualquer software.

Neste módulo, a exemplo do que ocorre nos documentos, também é possível interagir com outros usuários por meio de uma conversa alocada na parte direita da tela, o que deve facilitar a edição compartilhada.

De acordo com o Google, por ora, os três “novos” editores não são compatíveis com a tecnologia Gears, que permite o acesso offline. O intuito, porém, é que haja um suporte offline no futuro, mais precisamente no dia em que as vantagens de algumas novas tecnologias (como HTML 5) e avanços forem aplicados com mais consistência nos navegadores.

O Google disponibilizou um vídeo ilustrativo sobre as mudanças, disponível no seu blog oficial.

Coloque fotos do Flickr no mapa

Uma forma legal de divulgar as fotos das suas últimas viagens é criar um mapa personalizado, que mostra as imagens no lugar em que elas foram capturadas. As fotos devem estar no Flickr e ter geotag, indicando seu local de origem. Depois, vá ao iMapFlickr e clique em Create A Map Right Now. Tecle seu nome de usuário no Flickr, escolha um pacote de fotos e pressione Create Map. Depois, clique em Finish & Share para gerar um link do mapa e o código para publicá-lo em um blog.

Seu Windows Mobile sincronizado

O Windows Mobile anda perdendo força no mercado de smartphones, mas quem usa esse sistema conta com um dos melhores programas de sincronia, o MyPhone. Ele usa a conta do Live Messenger como login, guardando contatos, compromissos, tarefas e até mensagens SMS. O programa também tem integração com serviços como Flickr e Facebook. A sincronia de dados pode ser diária ou semanal, além de desligada com o celular em roaming.