ICQ: Veja o histórico do programa de mensagens instantâneas

O ICQ, serviço de mensagens instantâneas, foi vendido dia 28 de abril, por US$187,5 milhões à Digital Sky Technologies Limited (DST) – empresa russa que também possui ações do Zynga, Facebook e GroupOn.

Criado em 1996 pela Mirabilis, o ICQ já tinha sido vendido para AOL Time Warner em 1998, por cerca US$ 407 milhões na época. O programa fez enorme sucesso no Brasil durante o final da década de 90 e até metade dos anos 2000, quando o MSN tomou conta do mercado de messengers no país.

Os usuários de Internet que viveram esse período lembram, com nostalgia, do tempo em que a comunicação era feita através do ICQ. Apesar de a versão 7 do comunicador instantâneo trazer muitas novidades, como um novo visual e integração com redes sociais, ela não emplacou novamente no Brasil, já que o Windows Live Messenger ainda é absoluto na preferência dos usuários.

Esse cenário contrasta com a Rússia. Lá, o ICQ ainda continua rei entre os usuários. De acordo com a empresa de pesquisa comScore, das 33 milhões de pessoas que utilizam o ICQ, 8,5 milhões são russas. Não é a toa, então, que o serviço foi comprado por uma companhia daquele país.

A queda do império

1995 – Os israelenses Yair Goldfinger, Sefi Vigiser, Amnon Amir e Arik Vardi unem-se para criar um programa de comunicação online em tempo real que fosse fácil de usar.

1996 – Os quatro fundam a Mirabilis e distribuem o ICQ para uso restrito. A sigla é um trocadilho para “I Seek You” (“Eu Procuro Você”, em português).

1997 – A versão beta é lançada para a plataforma Windows. A velocidade das mensagens e a lista de contatos surpreende os usuários.

1998 – O ICQ faz muito sucesso e é vendido para a AOL por US$ 407 milhões. O valor é o mais alto pago à uma empresa de Israel na história.

1999 – Provavelmente, a melhor época do ICQ. Empresas que ainda não tinham despertado para o mercado de comunicação instantânea começam a se mexer. Em julho é lançada a primeira versão do MSN Messenger pela Microsoft.

2000 – A AOL engloba o seu mensageiro instantâneo, o AIM, ao ICQ. Seus usuários podem, agora, compartilhar os recursos dos dois programas. Por causa disso, o ICQ foi deixado um pouco de lado, abrindo o terreno para a concorrência.

2001 – A Microsoft começa a promover o MSN. Gradativamente, o comunicador da Microsoft ganha terreno no mundo. No Brasil, entretanto, o ICQ, ainda é unanimidade.

2002 – Começa a cair o império do ICQ nas Américas. No Oriente e em alguns países da Europa ocidental, o programa ainda possui uma boa aceitação e é muito utilizado. Algumas crises surgem na AOL.

2003 – É trocado o comando do ICQ, que passa a ser voltado a mercados mais específicos. Orey Gillian, o novo CEO, tenta iniciar uma nova era do programa. No Brasil, porém, o aplicativo tem seu último suspiro.

2004 – O ICQ cresce novamente no Leste Europeu, em países como Rússia e Ucrânia, tornando-se novamente uma das áreas mais lucrativas da AOL.

2005 – O ICQ fecha parcerias com diversos sites e emissoras de televisão.

2006 a 2008 – O programa inova em diversos sentidos. Cria suporte à VOIP e SMS, emoticons (como no MSN), galeria de fotos e muito mais.

2009 – AOL e Timer Warner rompem e o ICQ é deixado de lado. Eliav Moshe, torna-se o CEO.

2010 – É lançada a sétima versão do ICQ, com suporte a 16 línguas e a redes sociais. Em abril, o ICQ é vendido por US$ 187,5 milhões para a empresa russa Digital Sky Technologies.

Dez revelações surpreendentes sobre o iPad

A Apple conseguiu emplacar mais um gadget no topo dos mais desejados no mundo da tecnologia. O iPad chegou às mãos dos compradores e aos poucos surgem as primeiras críticas ao tablet – algumas óbvias, como a falta de suporte à Flash, outras nem tanto, como um teclado virtual que “dá para o gasto”. Mas quer saber quais são as primeiras impressões de um usuário normal? Veja os dez aspectos mais surpreendentes do aparelho segundo Ben Patterson, crítico de tecnologia do Yahoo News:

1. Ele voa
Os primeiros comentários sobre o iPad diziam que ele era incrivelmente rápido e, acredite, eles não estavam brincando. Os aplicativos literalmente voam para abrir e navegar pela web no Safari é muito mais rápido do que no iPhone.

2. É mais pesado do que pensava
“Uma libra e meia” (=680g) pode soar bem leve, especialmente quando você considera que um MacBookAir pesa 3,5 libras (=1,58kg). Mas o iPad pareceu surpreendentemente pesado na primeira vez em que Ben Patterson o segurou – “nada que fosse estourar minhas veias”, ele brincou.

3. Boa sorte se for ler e-books debaixo da luz do sol
Sim, o iPad supera o Kindle quando vemos sua tela colorida e a animação que simula o folhear de uma página. Mas a beleza da tela em preto e branco do Kindle, a e-ink, se sobressai: a leitura do texto é a mesma, mesmo debaixo de sol, sem reflexos irritantes. No iPad, a tela colorida não representa nenhuma vantagem, principalmente quando desaparece sob o reflexo da luz solar.

4. Teclado virtual QWERTY não é tão ruim
Não, não tem nada a ver com digitar num teclado de verdade, mas o teclado virtual do iPad não é nem de perto tão terrível quanto disseram. “Consegui digitar alguns e-mails razoavelmente grandes e com certeza é melhor do que digitar no iPhone. O segredo é relaxar e deixar o corretor automático fazer seu trabalho. Se você fica apertando o backspace para corrigir seus erros, vai ficar digitando o dia inteiro”, afirmou Ben Patterson. Segundo ele, é necessário ter em mente que será necessário fazer ao menos uma das coisas abaixo:

  • Sustentá-lo (ainda que desajeitadamente) no seu colo
  • Apoiá-lo numa mesa (o que não é a melhor solução tendo em vista a curvatura do tablet)
  • Segurá-lo com uma mão e digitar com a outra (o que diminuirá sua taxa de “palavras por minuto”)
  • Investir num teclado externo da Apple para iPad (US$ 79)
  • Usar uma case da Apple de US$ 39 para apoiar o iPad num ângulo bom

5. Não poder carregar o iPad por uma porta USB
Primeiro, o crítico tentou conectá-lo em seu hub USB, depois na porta USB do seu MacBook Pro, mas não, não deu certo – nem mesmo quando o iPad está sincronizando com o iTunes. Parece que o único jeito de carregar o iPad é, aparentemente, usar o adaptador AC para a tomada na parede. Ainda bem que dizem que a bateria dura 10 horas (*Atualização: segundo a Macworld, é possível carregar o iPad por uma high-power USB)

6. Vídeos em alta definição ficam demais!
A primeira coisa que Ben fez depois de desembalar o iPad foi ver o trailler de 720p de Avatar e… “uaaaau. Absolutamente lindo. Ver filmes durante um vôo nunca mais será o mesmo”.

7. Reflexos na tela distraem bastante
“No momento em que minha esposa e eu estávamos ‘maravilhados’ com o vídeo de Avatar, começamos a reclamar dos reflexos que aparecem na tela de vidro do iPad. Não é ruim quando você está na internet ou escreve um e-mail, mas enquanto vê um filme – especialmente numa cena mais escura – se prepare para ver o seu próprio reflexo olhando para você”, relatou.

8. Serviços baseados em localização funcionam bem
Um dos problemas com a versão com apenas Wi-Fi do iPad frente à versão com 3G é que falta à primeira o A-GPS, sistema que combina dados de satélite a triangulação de torres de celular para determinar sua localização, mesmo quando está num ambiente interno. Mas a versão Wi-Fi ainda pode tentar achar o lugar onde você está, usando sinais Wi-Fi por perto. Ben Patterson se disse impressionado quando seu novo iPad imediatamente zerou “no seu próprio apartamento”, faltando meio quarteirão. Nada mal.

9. O iPad pode fazer ligações, com uma pequena ajuda do Skype
Sim, o iPad prometeu que quase todos os aplicativos para iPhone funcionariam no tablet, mas havia dúvidas quanto ao Skype. “Hoje, entretanto, finalmente coloquei o Skype no iPad: fiz o login e liguei para 777-FILM. A próxima coisa que escutei foi: ‘olá, bem-vindo à Moviefone! Se você sabe o nome do filme que quer ver, digite ‘um'”, descreveu o crítico

10. O iPhone agora parece muito, mas muito pequeno
“Depois de testar o iPad por uma hora, mais ou menos, fui dar uma olhada no meu iPhone por um segundo e … poxa, o que é essa coisinha pequena? Tão insignificante!”, comparou.

FIFA exibirá 25 partidas da Copa em 3D

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Centenas de milhares de torcedores de futebol devem experimentar pela primeira vez assistir a um jogo ao vivo em 3D durante a Copa do Mundo deste ano, a vasta maioria dos quais em cinemas e não em casa, de acordo com a Fifa, a organização que comanda o futebol mundial.

Com a parceira Sony, a Fifa planeja oferecer 25 partidas da Copa do Mundo com a tecnologia de imersão 3D tornada popular nos cinemas pelo sucesso do filme Avatar, e que deve chegar aos lares dos telespectadores este ano.

Os telespectadores equipados com televisores 3D e moradores de países nos quais a rede responsável pela transmissão da Copa também conta com capacidade 3D poderão ver os jogos dessa maneira em casa, se a necessidade de utilizar óculos especiais não os desanimar.

No momento, Disney, via ESPN nos Estados Unidos, Sogecable na Espanha e SBD na Coreia do Sul detêm direitos de transmissão em 3D. Novos acordos nesse sentido devem ser anunciados “em breve”, disse Niclas Ericson, diretor de TV da Fifa.

Em alguns países, assistir em casa pelo sistema 3D não será possível. Por exemplo, no Reino Unido apenas a BSkyB terá um canal 3D em operação antes do início da Copa do Mundo, em junho, mas os direitos de transmissão são detidos pela ITV e pela rede pública de TV BBC.

Perguntado em um evento de mídia em Londres, na quinta-feira, sobre o número de telespectadores da Copa do Mundo que devem assistir aos jogos ao vivo em 3D, Ericson disse que “esperamos que ao menos algumas centenas de milhares por partida”, acrescentando que a maior parte dessa audiência provavelmente será registrada em salas de cinema.

Os direitos de transmissão para salas de cinema e outros complexos de entretenimento estão sendo geridos pela Aruna Media, da Suíça, que planeja transmitir ao vivo em 3D para 26 países, e está em estágio avançado de negociações com diversos mercados importantes, segundo a Fifa e a Sony.

A gigante japonesa dos eletrônicos espera que o torneio desperte o apetite dos telespectadores pelos televisores 3D, que ainda estão na infância, com diversas tecnologias concorrentes e poucos aparelhos vendidos. A companhia planeja exibir trailers promovendo o sistema 3D em milhares de lojas de eletrônicos em todo o mundo.

Fonte: Techlider

Mouse em formato de chinelo auxilia portadores de deficiência

À primeira vista parece mais um acessório “apenas exótico” concebido por designers, mas na verdade é um objeto com finalidade prática bastante louvável – concebido por designers. O objetivo do Toe Mouse é permitir que pessoas sem os movimentos dos membros superiores possam utilizar um mouse com os pés para manipular um computador.

Com o formato inspirado por chinelos de dedo e referências visuais de um jet-esqui, o projeto do designer Liu Yi ainda é um só conceito, mas seria bacana ver tudo isso sair do papel um dia – veja mais imagens no Yanko Design.

Fonte: Yanko Design

A evolução da página do Yahoo!

A página do Yahoo! é sem dúvida um dos melhores trabalhos na Internet – é organizada e ao mesmo tempo possui muitas informações. Confira abaixo a evolução da página principal do Yahoo!, desde 1994.

1994 – Nesta época, o Yahoo era apenas um diretório de sites

1995 – Yahoo cria seu logotipo, acrescentando o “!”, juntamente com imagens e sistema de busca

1999 – Yahoo muda logotipo para vermelho. É criado o Yahoo! Mail

2002

2006 – Yahoo! revoluciona sua página principal. Menos destaque ao diretório de sites e mais abrangência à notícias e serviços

2010 – A partir de 2006, não houve mudanças significativas na página

Google comemora 30 anos do game ‘Pac-Man’ com logo interativo

Para comemorar os 30 anos do game “Pac-Man”, o Google criou um Doodle – logotipo modificado da empresa, usado em ocasiões especiais – interativo, que ficará 48 horas no ar. A partir das 12h desta sexta-feira (21/05/2010), internautas que acessarem a página inicial de busca do Google terão acesso a um jogo criado especialmente para a data. O game “Pac-Man” foi lançado no dia 22 de maio de 1980, no Japão.

Para jogá-lo, basta acessar a página, clicar sobre o botão “Insert coin” (inserir ficha) – que substituirá o botão “Estou com sorte” – e esperar cerca de 10 segundos para que o game seja iniciado. Os controles de movimento são basicamente as setas direcionais do teclado.

Os usuários terão até 48 horas para tentar vencer os 255 níveis de dificuldade e “zerar” o game. Segundo a companhia, é a primeira vez que um Doodle terá mais de 24 horas de exposição.

De acordo com o Google, a equipe de designers trabalhou para “reproduzir com fidelidade a importância do jogo”, um sucesso da década de 80. Para isso, o Doodle foi equipado com características únicas, incluindo a recriação de bugs de programação presentes na versão original.

AOL vai vender ou fechar rede social Bebo

A AOL planeja buscar um comprador para sua rede social Bebo, pela qual pagou 850 milhões de dólares em 2008, ou fechará o site.

O nível de concorrência no mercado de redes sociais dificulta a briga da companhia por um espaço contra rivais maiores como Facebook e o site da News Corp, MySpace, afirmou a AOL.

A empresa planeja decidir o futuro do Bebo até o fim de maio, segundo informou seus funcionários nesta terça-feira.

“O Bebo, infelizmente, é um negócio que vem decaindo e, como resultado disso, precisa de um investimento significativo para competir no concorrido mercado de redes sociais”, disse a empresa em comunicado interno.

A AOL, que se separou do grupo Time Warner em dezembro, afirmou que não se encontra em uma posição para “continuar financiando e sustentando o Bebo em busca de uma reviravolta no setor de redes sociais”.

A empresa disse ainda que está comprometida em encontrar possíveis compradores interessados no Bebo. A rede social tem cerca de 40 funcionários, a maioria nos Estados Unidos.

O Bebo, fundado em San Francisco, é uma das redes sociais mais populares da Grã-Bretanha, mas nunca fez muito sucesso nos EUA.

A AOL comprou a empresa por 850 milhões de dólares em março de 2008, época em que ainda fazia parte do conglomerado Time Warner, em busca de seu pedaço do bolo do crescente mercado de redes sociais.

Vídeo do Google dá dicas de privacidade no uso do Buzz

Preocupado que é com a privacidade dos usuários e com as atrocidades que cercam os jovens na internet, o Google lançou um vídeo com dicas de comportamento para a molecada no Google Buzz, seu serviço de compartilhamento de fotos, vídeos e outras coisas incríveis. O vídeo de dois minutos traz conselhos como “tenha cuidado com quem você decide compartilhar informações” e até ensina a desligar o Buzz. Ele lembra que, assim como em todos os serviços do Google, você precisa ter mais de 13 anos para se cadastrar.

O detalhe é que essa “preocupação” do Google surge dois meses depois do lançamento do Buzz. Nesse tempo você já fez amizades sem saber, “tuitou” fotos antigas do Flickr e entrou em parafuso com os compartilhamentos descontrolados. Quem mandou não esperar dois meses?

Esse vídeo faz parte da cruzada pela privacidade iniciada pelo Google nesta semana. Todos os usuários do Buzz receberam uma mensagem para rever suas configurações de privacidade, alterando os ajustes ou confirmando que “está tudo bem, não se preocupem”.

Fonte: Google

Descubra como funcionava o Google em 2000

Qual o mecanismo de pesquisa que você usava em 2000? É muito provável que a resposta não seja o Google. Três meses antes do Google tornar-se o provedor de pesquisa padrão para o Yahoo!, os resultados de pesquisa do Google eram exibidos um pouco diferente do layout atual. Google mostrava categorias relevantes do site DMOZ, os trechos dos resultados eram mais curtos, o recurso “páginas relacionadas” era chamado de GoogleScout, o botão “estou com sorte” era adicionado a cada página de resultados de pesquisa e você podia escolher o número de resultados de pesquisa através de um menu drop-down.

Naquele momento, o Google não oferecia qualquer motor de busca especializado mas indicava uma lista de links para motores de buscas concorrentes na parte inferior da página. Naquela época, o Google indexava apenas cerca de 200 milhões de páginas da web e a empresa ainda estava à procura de maneiras de ganhar dinheiro com o motor de pesquisa.

O Google ainda abriga uma página de resultados de pesquisa datada de abril de 2000, mesmo que ligeiramente modificada, porque era uma parte de um produto-piada do Dia da Mentira chamado Mentalplex. Neste outro link é possível visualizar a página um pouco mais atualizada daquele mesmo ano.

Ainda em 2000, o Google iniciou a introdução de anúncios de texto, mas de forma muito primitiva. “O Google iniciou recentemente banners textuais em seu motor de busca, mas talvez você não tenha notado a mudança porque a maioria das pesquisas no momento não inclui um banner físico juntamente com os resultados da pesquisa”, relatou tomalak.org em janeiro de 2000.

O tráfego do Google começou a crescer a um ritmo alarmante. “O Google encerrou 1999 com uma média de 7 milhões de buscas por dia, cerca de 70.000% de aumento em comparação às 10.000 pesquisas por dia em que foram realizadas no site do Google em dezembro de 1998! Este crescimento explosivo reflete o número total de pesquisas feitas pelos usuários em www.google.com e através de sites parceiros corporativos. A partir de meados de janeiro de 2000, o Google já apresentava uma média de 10 milhões de buscas por dia “, segundo relatou Sergey Brin e Larry Page no boletim informativo da empresa em 2000.

Ainda não satisfeito, o Google lançou no mesmo período um programa de afiliados na qual tentava convencer os webmasters a adicionar uma caixa de pesquisa do Google em seus sites. “Ao se inscrever no nosso programa afiliado (…) você será capaz de colocar uma caixa de pesquisa do Google no seu site e começar a receber 3 centavos para cada pesquisa que você enviar para o nosso caminho.” No final de 2000, o Google já movimentava mais de 100 milhões de consultas por dia.

2000 foi o ano em que Google demonstrou ser um mecanismo de pesquisa de sucesso, mesmo que muitas pessoas imaginassem ainda qual seria sua estratégia para a criação de receita. “A empresa é inflexível, recusa a usar banner ou outros anúncios gráficos, elimina desta forma o que é o mais lucrativo em renda entre os motores de busca. Embora o Google não tenha outras fontes de receitas, como licenciamento e base de anúncios textuais, a empresa privada permanece limitada comparativamente com os seus concorrentes”, concluiu a Business Week, em dezembro de 2000. “Agora vem do Google o grande teste. Poderá a empresa se manter sem a criação de promoções que permitem aos sites comerciais a compra de elevado ranking nas pesquisas? Embora o Yahoo! tenha começado a cortar estas promoções em massa, em visão do concorrente LookSmart. Brin diz que não está preocupado : Quando alguém pesquisar por “câncer”, o que você deve indicar: o site que paga você ou o site que tem a melhor informação? Brin aposta que o site com a melhor informação vai ganhar o dia.”

Fonte: Google Operation System

URLs curtas não são tão ameaçadoras

Serviços de redução de URLs como o TinyURL parecem perfeitos para criminosos, porque eles podem enconder o nome de sites maliciosos.

Mas mesmo no popular Twitter esses endereços curtos não chegam a ser tão maliciosos como muitos especialistas da indústria acreditam, de acordo com um recente estudo.

A Zscaler, uma empresa que vende serviços de segurança, analisou cerca de 1,3 milhão de URLs reduzidas disponíveis no Twitter, antes que o microblog começasse a examiná-las por si próprio no começo de março. Apenas 773 de todos esses links (um mero 0,06%) direcionavam o internauta a conteúdo malicioso.

Serviços de redução de URL se tornaram populares conforme as pessoas começaram a gastar uma maior parte de seu tempo em redes sociais, compartilhando links para fotos e artigos, por exemplo.

Os criminosos podem aproveitar esse hábito para enganar suas vítimas, já que os links reduzidos costumam levar o nome do serviço que o criou, como Bit.ly ou TinyURL, em vez do real nome da página a que corresponde.

Julien Sobrier, analista da Zscaler, disse que os usuários estão prestando mais atenção a esses links, porque sabem que correm o risco de cair em uma armadilha.

“As URLs reduzidas do Twitter não são vistas pelos internautas como um link confiável”, ele explicou.

E, portanto, se os usuários começam a desconfiar desses endereços curtos, os criminosos tem menos incentivos para utilizá-los.

Fonte: Info Segurança