Todos os post de Ladeira

Apaixonado por música, filmes, tecnologia e matemática.

Evite o download automático do Windows 10

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Quem tem um computador com o sistema Windows 7, 8 ou 8.1 e deixa o recurso de atualização automática ligado pode estar com espaço ocupado desnecessariamente no HD.

Isso porque a Microsoft faz o sistema do PC do usuário baixar o arquivo de instalação do Windows 10, que tem entre 3,5 e 6 GB.

De acordo com o The Inquirer, que recebeu uma declaração oficial da Microsoft sobre o assunto, a medida foi tomada pela empresa como uma forma de ajudar os aparelhos que podem receber o novo sistema a se prepararem para a instalação “baixando os arquivos necessários, caso o usuário decida instalar a nova versão quando ela estiver pronta”.

Se você não quer o Windows 10 e o espaço no seu HD está escasso, há como evitar o download. Na ferramenta de buscas do Windows, digite “Windows Update”. Na janela que aparece em seguida, clique em “Alterar configurações” e, no menu cascata, selecione a opção “Permitir que eu escolha quando baixá-las e instalá-las”.

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Atenção: ao fazer isso, você deixará de receber as atualizações de maneira automática, o que inclui correções de segurança. Portanto, será necessário ficar atento às novas atualizações disponíveis para instalá-las, deixando o Windows 10 de lado.

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Não fazer isso é eliminar uma camada de segurança, o que pode facilitar o trabalho de hackers mal-intencionados.

Vale lembrar que o Windows 10 é gratuito e reúne o que há de melhor no Windows 7 e no 8.1.

Cinco áreas da TI corporativa que podem estar com os dias contados

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Durante a versão australiana do encontro CIO Summit, Vito Forte, antigo líder de TI da Fortescue Metals, listou as cinco áreas que, na sua visão, desaparecerão com nova “onda de rompimento” da tecnologia da informação corporativa. São elas:

1. O gerenciamento de dispositivos para usuário final

Isso inclui ambientes operacionais gerenciados, ambientes operacionais padrão e gerenciamento de dispositivos móveis. Forte perguntou à audiência: “Alguém faz essas coisas funcionarem?”. “Nós gastamos uma quantidade grande de esforços tentando controlar o incontrolável e isso não acrescenta valor algum aos negócios”, adicionou.

2. A rede corporativa isolada

“Se você não constrói para a internet, então o que está fazendo? Para que ter uma rede corporativa?”, questionou o executivo. Ele explicou que atualmente existem redes corporativas que conectam apenas alguns dispositivos que julgam precisar figurar no ambiente murado e isolado da internet. “Você pode fazê-lo sem a infraestrutura, custo e aborrecimento associados a isso. Nós já refletimos sobre essa política de isolamento e seus motivos?”

Forte disse que durante seu período como CIO da Fortescue Metals, trabalhou fora dos “muros” para se certificar de que as pessoas entregavam soluções que de fato funcionavam. “Se você se resguarda dessa maneira, acaba tomando atalhos. Segurança, por exemplo, é um pensamento que pouco ocorre – as pessoas assumem que os “muros” são grandes, grossos e altos, de modo a não precisarem se preocupar com segurança”, assinalou.

As empresas também têm problemas em agregar direitos de acesso. Quando as pessoas passam tempo suficiente em uma organização, elas ainda são capazes de acessar diversas aplicações, ele disse.

“Nós não projetamos as coisas para reajustar e revisar e refinar essa capacidade”, expôs. “Só dizemos ‘aqui, tenha acesso à outra biblioteca de arquivos, outra aplicação’. Dez anos mais tarde, essas pessoas ainda têm acesso a algo que provavelmente não deveriam. É muito difícil corrigir esse problema”.

O executivo criticou a crença de que a tecnologia da informação consiga criar soluções globais que resolveriam “a fome mundial”, dando o exemplo de gerenciamento de identidades para classificá-la como uma “fantasia e falácia”.

“Tudo o que faz é encorajar as pessoas a trabalharem ao redor dela em cada oportunidade. A mensagem fundamental é: se você não está construindo suas aplicações para serem entregues na internet, através da internet e como a internet, o que você está fazendo?”.

3. O data center corporativo

“Quem ainda quer um data center?”, Forte indagou aos presentes. Pagar por um espaço não usado em sua totalidade enfraqueceu a vontade das empresas de manterem o armazenamento de informação nas premissas. “O melhor data center é não ter um data center. Hoje em dia, é possível operar praticamente toda sua capacidade sem um. A maioria das empresas de pequeno e médio porte não têm nada nas premissas”, explicou o antigo CIO. “Você toma uma abordagem SME para tudo o que faz ou ainda vive na base de um sistema legado, que nos mantém acordados à noite?”.

4. Os frameworks como arma

“A tecnologia da informação corporativa tem uma habilidade fantástica de construir processos e frameworks como o ITIL e o SCRUM e há razões por trás disso”, assinalou Forte, que acredita que acredita em suas validades quando um resultado é alcançado. “Não há valor no framework em si, mas o usamos para dizer não. ‘Bem, eles não seguiram o processo’. Quem dá a mínima para o processo? O mercado se importa em não entender o ITIL? Ele se importa mais com entregar uma aplicação, quer dados em certa forma, quer tomar decisões e ganhar dinheiro. Da última vez que chequei, implementar um framework não dá dinheiro”.

Forte defendeu a importância de ponderar o quanto disso é realmente necessário e usar o princípio do “só o suficiente”. “O ITIL é um framework fantástico, mas se as organizações tentarem implementar e trabalhar com todo o ITIL, terão em mãos um projeto de dez anos. E o que acontece nesses anos de implementação?”.

5. O fim das seguranças de endpoint e de perímetro

“Alguém sabe onde é o perímetro? É o seu celular ou o do seu cliente? É o dispositivo do seu parceiro ou o dispositivo final do fornecedor? Como você protege isso? Como proteger o que você não conhece?”, perguntou Forte. “É o tipo de coisa que você realmente precisa entender. Fundamentalmente, é a abordagem errada se você está tentando gerenciar coisas em fluxo e mudança constantes – tentando gerenciar o não gerenciável. Entenda o que você realmente está tentando fazer e foque nisso”, aconselhou.

Microsoft promove competição mundial de tecnologia para estudantes

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Estudantes de todo o Brasil já podem se inscrever para a Imagine Cup 2016 – competição mundial de tecnologia promovida pela Microsoft.

A iniciativa tem o intuito de conectar estudantes de todo o mundo ao fornecer ferramentas, recursos e experiências para colocar em prática ideias inovadoras. “A Microsoft está em busca de projetos com potencial de negócios e o resultado tem sido positivo, pois 60% dos projetos da Imagine Cup viraram startups pelo mundo”, ressalta Richard Chaves, diretor de Inovação e Novas Tecnologias da Microsoft Brasil.

Dentre as novidades da 14ª edição do torneio está o Imagine Cup Earth, fruto de uma parceria entre a Microsoft e a NASA, que desafia jovens de duas faixas etárias: 6 a 13 anos e 14 a 18 anos a desenvolverem apps, jogos e websites em prol do meio ambiente e do planeta.

Os estudantes com mais de 16 anos que se inscreverem para as categorias principais da competição – Games, Inovação e Cidadania – concorrerão ao prêmio de $50 mil dólares, a um programa de aceleração e a oportunidade de representarem o Brasil na fase mundial, que ocorrerá em julho de 2016, em Seattle.

Além das categorias principais, mais 18 alunos serão reconhecidos na Imagine Cup Earth, que dará um total de prêmios de $36 mil dólares.

Para os programadores mirins serão utilizadas as ferramentas da Microsoft que ensinam o básico de codificação como: Kodu Game Lab, Microsoft Touch Develop e Project Spark. Já os mais experientes serão estimulados a construírem o seu próprio software para análise e simulação.

Mais de 200 mil brasileiros já participaram do campeonato e diversas equipes nacionais foram campeãs desde a primeira edição da Imagine Cup há 13 anos. Em 2015, a equipe brasileira eFitFashion foi a grande premiada com um projeto que deverá revolucionar o mercado de moda on-line.

Desafios online

No site da Imagine Cup os alunos poderão se inscrever também para os seguintes desafios online: Pitch, Design, Plan, Hello Cloud e Imagine Cup Earth. As inscrições do Pitch terminam no dia 30 de setembro e tem como objetivo estimular os estudantes a venderem seus projetos por meio de vídeos.

Os jovens interessados na área de cloud podem aproveitar para participar do Hello Cloud. As inscrições vão até abril de 2016 e o desafio é concluir diferentes atividades na plataforma Azure da Microsoft, que é gratuita para estudantes.

Assassinato de jornalistas nos EUA mostra lado negro das redes sociais

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Após atirar em três pessoas durante uma reportagem ao vivo de uma TV da Virginia, nos EUA, o atirador Vester Lee Flanagan usou as redes sociais para detalhar suas atrocidades.

Enquanto a polícia procurava pelo suspeito, Flanagan publicou sobre desavenças com seus ex-colegas de trabalho que morreram, e compartilhou um vídeo do ataque em suas contas pessoais no Facebook, Twitter e YouTube – a entrevistada pela jornalista no ocorrido foi ferida, mas sobreviveu.

O trágico evento foi transmitido ao vivo nas redes sociais e levanta uma questão importante relacionada aos vídeos sociais, recursos de reprodução automática e conteúdo sensível/gráfico. As contas do suspeito foram fechadas após alguns minutos das publicações, mas os vídeos e os posts foram repetidamente retuitados e visualizados. Muitos usuários das plataformas foram pegos desprevenidos porque Facebook e Twitter adotam a reprodução automática de vídeos por padrão, o que muita gente não sabe – ou não muda nas configurações.

Conta fechada

As redes sociais nunca conseguirão prever as ações de criminosos, e fechar as contas do atirador foi a coisa certa a fazer, afirma a especialista Jess Harris, fundadora da consultoria Jess Harris e gerente de social media na Kabbage. “A natureza da rede social é tal que sempre existirá um risco desse tipo de situação acontecer, não importa os esforços das plataformas para acabar com ela. Mesmo que elas imponham restrições ou modificações para diminuir o impacto, as pessoas sempre vão achar um jeitinho”, afirma.

O suspeito postou conteúdo explícito em vídeo, mas suas contas também forneceram uma importante pista para as autoridades seguirem. A natureza essencialmente aberta das redes sociais é uma faca de dois gumes com a qual os provedores de plataformas e a polícia precisaram lidar na última semana. “Quanto mais o suspeito fala nas redes sociais, mais informações as autoridades possuem para ajudar na sua captura e para entender melhor os fatos do crime”, afirma o professor e especialista em relações públicas da Universidade de Syracuse, nos EUA, Bill Jasso.

Futuro incerto da reprodução automática de vídeos

O ato de publicar um vídeo desses já é perturbador por si só, mas o recurso de reprodução automática deixou tudo ainda pior. Alguns usuários se sentiram encurralados pelos vídeos e não sabiam da configuração padrão de reprodução automática ou tinha conhecimento o bastante para escapar dos retuítes dos outros usuários. Algumas pessoas ficaram irritadas por outras terem retuitado e publicado o conteúdo, acreditando que isso deu uma voz e uma plataforma para o criminoso.

Empresas como Facebook e Twitter (e outros sites que usam anúncios em vídeo) utilizam a reprodução automática para estimular os usuários a assistirem aos clipes e para que os anunciantes acabem recebendo mais visualizações. No entanto, esse caso da Virginia deve fazer essas companhias reavaliarem os recursos, segundo Jasso. “Não tenho dúvidas de que estão acontecendo reuniões entre os executivos de várias empresas de mídias sociais, examinando as capacidades do recurso de reprodução automática e a atual política de desabilitar a ferramenta.

Alguns desses recursos são relativamente novos, as empresas ainda estão experimentando com eles, e Jasso diz acreditar que o auto-play vai acabar mudando para um padrão em que ficará desabilitado. Harris discorda e diz que uma única situação, não importa o quanto seja trágica, vai causar grandes mudanças nas configurações das redes sociais. “As pessoas compreensivelmente estão irritadas e tristes com o fato desse vídeo horroroso ter sido reproduzido automaticamente em seus feeds. No entanto, não prevejo uma grande mudança no streaming de conteúdo com um caso, mesmo que seja extremamente trágico.

Controle de danos

No futuro, as redes sociais, assim como veículos jornalísticos, terão de tomar decisões difíceis sobre as muitas maneiras que as notícias são cobertas em seus sites, incluindo a reprodução automática de vídeos potencialmente gráficos e o equilíbrio sensível entre mostrar eventos em tempo real e proteger os usuários de conteúdo ofensivo.

Android recebe atualização do WhatsApp com novas funções

O WhatsApp para Android ganhou, nesta terça-feira (25/08/2015), uma atualização que facilita o acesso a recursos como o emoji de dedo do meio e a opção de marcar mensagens como não lidas. Antes disponíveis somente na versão Beta, essas funções finalmente chegaram a Play Store e podem ser baixadas por todos com apenas alguns toques.

A versão 2.12.250 do mensageiro para Android oficializa também outros recursos já populares entre os usuários como a possibilidade de editar as notificações de cada conversa e o modo para diminuir o consumo de dados durante ligações.

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Para ter acesso a todos esses recursos não é mais necessário baixar uma APK como antes. Basta acessar a Play Store, procurar pela atualização mais recente do mensageiro e fazer o update. Veja detalhes sobre os recursos presentes na nova versão do WhatsApp:

Novos emojis

Com a nova versão do aplicativo instalado, o usuário terá acesso rápido aos emojis de etnia, ou seja, que permitem alteração na cor de pele. Também estarão disponíveis a figura da saudação do Spock, do filme Star Treck, e o polêmico emoji de dedo do meio.

Mensagem ‘não lida’

A possibilidade de marcar mensagens como “lidas” ou “não lidas” também chegou à nova versão do WhatsApp. O recurso funciona como um lembrete para que o usuário não esqueça de responder uma conversa, mas não impede que o contato saiba que sua mensagem foi visualizada.

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Economizar internet

Também está disponível o modo para economizar internet durante ligações. Para ativar a função, basta ir em “Configurações”, clicar em “Conversas e Chamadas” e selecionar a opção “Reduzir uso de dados”.

Ignorar contato

Com a possibilidade de personalizar notificações, os usuários poderão silenciar contatos específicos por oito horas, uma semana ou até um ano. Antes, essa configuração só funcionava em grupos. O usuário também poderá escolher toques customizados para cada amigo.

ADO – Localizando Informações

Quando falamos a nível de dados (campos e registros), estamos tratando com o objeto Recordset. Vamos ver como encontrar dados específicos em um Recordset ADO. Lembrando que um objeto Recordset possui muitas funções úteis, dentre elas, as mais usadas são bookmark, Find, Seek e Filter.

Usando Bookmarks (marcadores)

Um bookmark de um recordset é como um cursor que aponta para um registro específico dentro do Recordset, identificando-o de forma única. Fazendo uma analogia: ao ler um livro, você não costuma usar um marcador para indicar em qual página parou? O bookmark funciona da mesma forma. Para usá-lo em um objeto Recordset, as etapas são as seguintes:

  • Defina uma variável para ser usada como marcador:
    Dim marcador as variant
  • Quando desejar marcar uma posição em um recordset no registro atual usando a variável definida acima, faça:
    marcador = rs.bookmark
  • Para retornar à posição marcada, faça:
    rs.bookmark = marcador

Mas, atenção! Nem todos os registros suportam bookmarks. Para verificar se um recordset suporta bookmarks, use a instrução:

blnmarcador = rs.Supports(adBookmarks)

O método Supports, usando o argumento adBookmark retorna True se o recordset suporta bookmarks e FALSE caso contrário.

Localizando dados com ADO

Basicamente, temos dois métodos para localizar dados em um recordset usando ADO: Find e Seek.

Usando o método Find

O método Find é usado para encontrar um registro que contém um determinado valor em um determinado campo do registro. Você define um critério de busca e se o critério for satisfeito, o ponteiro do registro se posiciona no registro que atendeu o critério, se não, o ponteiro se posiciona no fim do recordset. A sintaxe é:

Find (criterio, SkipRows, searchDirection, star)

onde:

criterio – é uma string contendo o nome da coluna, o operador de comparação e o valor que desejamos localizar. Exemplos:

"FornecedorID >= 7"
"DataPedido = #07/08/2014#"
"Codigo > 7"
"Nome = '" & variavel & "'"

Lembrando que os valores strings devem vir entre aspas simples (‘teste’) e as datas devem ser iniciadas e terminadas com o símbolo (#).

SkipRows – define o deslocamento da linha atual ou o bookmark padrão para iniciar a busca. O padrão é começar na linha atual e terminar na última linha.

searchDirection – indica a direção em que o recordset é percorrido. Os valores podem ser:

adSearchForward ou adSearchBackward – a busca irá parar no início ou no fim do recordset dependendo destes valores. Se a busca é iniciada para frente e nada for encontrado, o cursor do recordset é definido para além do último registro e a propriedade EOF (En Of File) retorna TRUE. Se a busca é feita para trás e nada for achado, o cursor é definido para além do início do arquivo e a propriedade BOF (Beginning Of File) retorna TRUE.

start – define um bookmark de início para a busca.

OBS.: Se você não definir a posição do cursor na linha atual quando for iniciar a busca, irá ocorrer um erro. Por isso, antes de usar o método Find, você pode mover o cursor para o início do arquivo usando o método MoveFirst.

Na prática

  • Inicie um novo projeto no VB e faça referência a biblioteca ADO na opção do menu Project -> References.
  • Insira o codigo abaixo no projeto:
'Define as variáveis objetos que serão usadas para a conexão e para o recordset
Dim cnn As New ADODB.connection
Dim rst As New ADODB.connection

Private Sub Form_Load()

Dim criterio As String

'Abre uma conexão
cnn.Open "Provider=Microsoft.Jet.OLEDB.3.51;Data Source=C:\Northwind.mdb;"

'Abre o recordset
'Definimos o tipo de cursor usado, no caso usamos o cursor do lado do cliente (adUseClient) e abrimos um recordset com os parâmetros adOpenKeyset (permite alteração) e adLockOptimistic (usa bloqueio pessimista, ou seja, mantém o bloqueio até usar o método para atualizar)
rst.CursorLocation = adUseClient
rst.Open "Select * From Suppliers", cnn, adOpenKeyset, adLockOptimistic, adCmdText

'Move para o primeiro registro
rst.MoveFirst

'Define o critério para busca e a inicia com o método Find usando o parâmetro adSearchForward, que busca do início para o fim
criterio = "Country Like 'A%'"

'Inicia busca no recordset
rst.Find criterio, 0, adSearchForward

'Percorre o recordset até o final, imprimindo o campo CompanyName e posicionando a partir do bookmark anterior, com avanço de um registro para frente a partir do bookmark marcador. Note que usamos o bookmark para armazenar a posição atual do registro e usamos esta posição inicial para a próxima busca
While Not rst.EOF
   Debug.Print rs("CompanyName")
   marcador = rst.Bookmark
   rs.Find criterio, 1, adSearchForward, marcador
Wend
End Sub

Usando o método Seek

O método Seek permite procurar em uma coluna. Ele só encontra valores iguais ao valor da procura e precisa de um provedor de dados que permita a utilização da propriedade Index. Além disso, o método Seek requer um cursor do lado do servidor.

Atualmente, somente alguns provedores permitem usar a propriedade Index e o método Seek do objeto Recordset para procurar por valores em um índice de uma tabela. O provedor OLE DB – Provider for Microsoft Jet 4.0 (utilizado para conectar a um banco de dados Access) permite a utilização do método Seek.

Para verificar se o provedor suporta a propriedade Index e o método Seek, utilize o método Supports com os parâmetros adIndex e adSeek.

If rs.Supports(adIndex) then
   msgbox "Este Provedor suporta a propriedade Index"
End If

If rs.Supports(adSeek) then
   msgbox "Este Provedor suporta a propriedade Seek"
End If

É necessário definir a propriedade Index assim que o recordset for aberto para depois usar o método Seek. A propriedade Index indica o nome do índice que estará ativo. Assim, supondo que você possua uma tabela chamada Clientes e queira fazer uma busca pela coluna Nome da tabela, vai precisar definir um índice para esta coluna na tabela dando um nome a ele. O nome do índice pode ser o mesmo do nome da coluna. Para o caso em questão, poderíamos ter criado um índice chamado Nome. Teríamos então:

rs.index = "nome"

Em muitos casos, quando você usa um campo autonumérico no Access e define este campo como uma chave primária, o índice PrimaryKey será criado para esta coluna da tabela. Então, se for usar esta coluna para fazer uma busca usando o Seek, deverá usar a sintaxe:

rs.index = "PrimaryKey"

Depois que a propriedade Index foi definida para o nome do índice existente na tabela, podemos usar o método Seek para procurar na coluna desejada. Quando o método Seek encontrar o registro desejado, o ponteiro irá se posicionar neste registro. Se nada for encontrado, o ponteiro é definido para EOF. A sintaxe é:

rs.Seek Array(ValordaColuna)

Aqui você deve tomar cuidado. Como um índice pode ser constituído de uma ou mais colunas, o termo ValordaColuna indica os valores da coluna. Vamos supor que você tenha uma tabela de Cliente com um campo CodigoID definido como chave primária e queira procurar pelo cliente de código 120. Você deverá procurar pelo valor 120 na coluna CodigoID e deverá fazer:

rs.index = "PrimaryKey"
rs.Seek Array(120)

Se o índice possuir mais de uma coluna, você deverá informar no vetor (array) os valores de todas as colunas contidas no índice. Por exemplo, se uma tabela Pedidos possuir um índice chamado PrimaryKey e for constituído pelos campos CodigoPedido e CodigoProduto, ao usar o método Seek para procurar pelo pedido 23 e código de produto igual a 50, você deverá fazer:

rs.index = "PrimaryKey"
rs.Seek Array(23, 50)

Vejamos agora um exemplo completo usando a propriedade Index e o método Seek. Neste exemplo usaremos o banco de dados Northwind.mdb e a tabela Funcionários. A estrutura e os índices criados são dados abaixo.

Iremos usar o índice chave primária CodigoDoFuncionario para localizar o funcionário e exibir o seu nome.

O projeto usará um formulário, uma caixa de texto e um botão de comando.

Defina as variáveis objeto na seção General Declarations.

Dim cnn As New ADODB.connection
Dim rst As New ADODB.Recordset

O código do botão de comando é:

Private Sub Command1_Click()
If Text1.Text = "" Then
   MsgBox "Informe um valor para a busca"
   Exit Sub
End If

'Abre a conexão
cnn.Open "Provider=Microsoft.Jet.OLEDB.4.0;Data Source=C:\Northwind.mdb;"

'Abre o recordset
rst.CursorLocation = adUseServer
rst.Open "Funcionarios", cnn, adOpenKeyset, adLockReadOnly, adCmdTableDirect

If rst.Supports(adIndex) And rst.Supports(adSeek) then
   rst.index = "CodigoDoFuncionario"
   rst.MoveFirst
   rst.Seek Array(CLng(Text1.Text))

   If rst.EOF Then
      MsgBox "Funcionário não localizado"
   Else
      MsgBox rst("CodigoDoFuncionario") & " - " & rst("nome") & vbCrLf
   End If
Else
   MsgBox "O Provedor utilizado não suporta Index e Seek"
End If

rst.Close
cnn.Close

Set rs = Nothing
Set cnn = Nothing

End Sub

Observe que antes de iniciar a busca, verificamos se o provedor suporta a utilização de Index e Seek. Se o método Supports é novo para você, ele pode ser usado com as seguintes constantes:

  • adAddNew – verifica se novos registros podem ser adicionados
  • adApproxPosition – verifica se as propriedades AbsolutePage e AbsolutePosition estão disponíveis
  • adBookMark – verifica se podemos usar um marcador no recordset
  • adDelete – verifica se os registros poderão ser excluídos
  • adHoldRecords – verifica se podemos recuperar os registros sem submeter as alterações
  • adResync – verifica se o método Resynd está disponível
  • adUpdate – verifica se o conjunto de registros permite a atualização
  • adUpdateBatch – verifica se o recordset permite a atualização em lote (via UpdateBatch)

Windows 95 completa 20 anos!

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Windows 95 foi lançado em 24 de agosto de 1995. Menu Iniciar e barra de tarefas eram destaque

Lançado em 24 de agosto de 1995, o Microsoft Windows 95, codinome Chicago, completa 20 anos nesta segunda-feira. O Windows 95 é um sistema operacional de 16/32 bits criado pela Microsoft que revolucionou o mercado de sistemas operacionais e passou a vir instalado como padrão com o MS-DOS 7.0, e não mais separado, como era antes. Sem dúvida alguma, foi o grande lançamento da empresa na década de 1990.

No Windows 95, os arquivos podiam ter 256 caracteres e não apenas 8 como nas versões anteriores. Outras novidades foram o menu Iniciar e a barra de tarefas. Houve também melhorias no processamento multitarefas e na interface gráfica. Outro destaque foi a introdução da função Plug & Play, que detectava e instalava o hardware automaticamente. Também com o Windows 95 nascia o MSN, projetado para fornecer acesso ao e-mail, salas de chat e notícias.

O salto do Windows 3.1 para o Windows 95 foi tanto que fez com que a Microsoft se tornasse a mais popular distribuidora de sistemas operacionais. Segundo lembra o The Verge, sete milhões de cópias foram vendidas nas primeiras cinco semanas e o lançamento contou inclusive com ações envolvendo os astros do seriado Friends, Jennifer Anniston e Matthew Perry, e uma campanha com música dos Rolling Stones.

O Windows 95 foi descontinuado em 31 de dezembro de 2001, mas recebeu suporte até 2002. No lançamento, estavam presentes Bill Gates e Steve Ballmer.

https://youtu.be/lAkuJXGldrM

Microsoft não dará informações sobre as atualizações do Windows 10

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Com o lançamento do Windows 10 a Microsoft tomou uma decisão de mudar a forma como explicará a seus usuários o que faz cada um de seus patches. Segundo o The Register, a empresa decidiu tornar as explicações sobre os updates do sistema breves, não detalhando o que foi alterado em cada uma delas.

A Microsoft tem falado muito sobre o conceito de “Windows como serviço”, um paradigma diferente de atualização do sistema operacional em que, em vez de mais e mais versões serem lançadas (e cada uma delas cobrada dos usuários), as atualizações serão distribuídas gratuitamente para usuários do Windows 10. É uma forma de tornar a base de usuários (e experiência de uso) do Windows mais homogênea.

No entanto, se a empresa continuar lidando com as atualizações do mesmo jeito, pouca informação sobre o que os patches realmente fazem será compartilhada com os usuários. Apesar de o Windows 10 especificar todas as mudanças feitas no que diz respeito à segurança do sistema, quando as atualizações tratarem de novas funcionalidades e consertos para bugs, nada disso será detalhado.

Nesses casos, tudo o que for atualizado será incluído em uma mensagem genérica como “Esta atualização inclui melhorias para aumentar as funcionalidades do Windows 10”. A medida impede que usuários saibam, por exemplo, quando for corrigido um bug em uma função que ele utiliza a menos que ele faça o teste. Segundo um porta-voz da empresa, em entrevista ao The Register, “Como fizemos no passado, postaremos artigos da Knowledge Base relevantes à maior parte das atualizações que entregamos com o Windows como serviço. Dependendo da importância do update e se ele traz nova funcionalidade para os clientes, podemos fazer promoção adicional das novas funções na medida em que as entregamos.

A empresa se reserva o direito de divulgar qualquer funcionalidade nova que o sistema vier a ter no futuro, mas essas funções não estarão discriminadas no relatório de mudanças.

Bug ao Compactar e Reparar

Há bastante tempo, uma falha grave no utilitário Compactar e Repara Banco de Dados no Access 2007 vem pegando de surpresa muitos programadores. O que acontece é que, no meio do processo, o Access para e apresenta a mensagem:

O Microsoft Office Access não pode excluir C:\SuaPasta\SeuBD.accdb após compactá-lo. O banco de dados compactado foi nomeado como C:\SuaPasta\BancodeDados.mdb

O Access, no seu processo normal de compactação e reparação, cria um novo arquivo com todos os objetos, deleta o arquivo original e renomeia a cópia, que passa a ser o seu novo arquivo.

Quando a falha do Access acontece e gera a mensagem de erro acima, o que se percebe é que ele deletou o arquivo original mas não conseguiu renomear o arquivo copiado, que está íntegro. Se você tiver a infelicidade de clicar no botão OK da mensagem, ele também irá deletar esta cópia e você perderá o seu banco de dados definitivamente. E se você não tiver uma cópia de backup…..

Então, como proceder caso aconteça esta falha?

NÃO CLIQUE NO OK EM HIPÓTESE ALGUMA.

Vá na pasta de origem do aplicativo e salve o arquivo que o Access nomeou como BancodeDados.mdb.

Com a cópia realizada, você poderá clicar no OK da mensagem. Renomeie esta cópia salva para o nome original do banco de dados do seu aplicativo, incluindo a alteração da extensão para accdb, se for o caso, e pronto.

Existe correção para este bug?

A Microsoft lançou uma correção (hotfix 950812) em abril de 2008, mas não está disponível para download diretamente. Ao acessar a opção de solicitação de download, aparece a tela abaixo:

Observe que o quadro informa que esta correção estaria sendo lançada no SP2.

De fato, a incidência desse problema diminui consideravelmente após a atualização do SP2, mas não o resolve definitivamente.

Tem alguma forma de se evitar esse problema?

Parece que o principal problema está relacionado com erros não verificados no código VBA.

Siga os seguintes procedimentos:

  • Realize uma cópia de segurança sempre que fizer alterações no seu banco de dados;
  • Após realizar alterações no seu código, use imediatamente o compilar do VBA para sanar quaisquer erros de sintaxe e/ou comandos cometidos;
  • Com o código devidamente compilado, você poderá usar o compactar e reparar.
  • Após ter compilado e compactado, você pode ativar o compactar e reparar ao sair, se o desejar.

Who Deleted Me on Facebook diz na hora quem te deletou do Facebook

Who Deleted Me on Facebook é uma ferramenta gratuita que notifica ao usuário quem o deletou do Facebook. O app móvel está disponível para Android e iOS, havendo ainda uma extensão para Google Chrome.

A melhor coisa da aplicação é que ela funciona. Pode parecer o mínimo, mas considerando que grande parte das ferramentas do gênero não dão resultado, isso já é algo a se comemorar.

Outra coisa positiva é que o Who Deleted Me on Facebook demora de segundos a poucos minutos para detectar que alguém te excluiu na rede social. Essa é outra característica que merece elogios mais pela comparação com os outros apps do que por si próprio. Em contrapartida, é comum ele dar erro ao clicar no botão “check again”, que faz uma nova verificação da sua lista de contatos.

A interface, por outro lado, é tão rudimentar quanto os concorrentes. A impressão é de estar lidando com uma ferramenta falsa, sobretudo por causa da grande quantidade de propagandas. Apesar disso, ele é fácil de usar. Botões e menus, ainda que pouco bonitos, são facilmente localizáveis.

O Who Deleted Me on Facebook pode ser considerado um dos melhores aplicativos da categoria, mas isso é só porque os apps do tipo são bastante não-profissionais. De qualquer forma, quem quiser saber quais pessoas o deletaram do Facebook irá encontrar uma ferramenta funcional – só é preciso um pouco de paciência com os anúncios e falhas no carregamento.

 

Clique aqui para baixar o Who Deleted Me on Facebook.