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Dicas de informática

5 dicas para usar bem o Twitter e evitar problemas profissionais

A demissão do jornalista Felipe Milanez, da revista National Geographic, devido a críticas feitas por ele à revista Veja (ambas publicadas pela editora Abril) via Twitter, acendeu o sinal de alerta nos usuários do microblog. Como avisam advogados especializados em direito digital, as empresas podem demitir um colaborador caso considerem  que a postura dele nas redes sociais é inadequada aos padrões da organização.

Diante desse cenário, quais as dicas sobre o que fazer – ou não – no Twitter? Qual a melhor maneira de utilizar a ferramenta e, assim, evitar problemas profissionais?

Veja a seguir algumas regras de boas práticas no microblog, segundo especialistas em redes sociais.

1. Não aborde questões internas da empresa

O ponto de partida, segundo André de Abreu, gestor da MWeb, unidade de mídias digitais e redes sociais da Máquina Public Relations – divisão da Máquina da Notícia -, é o usuário observar, a partir do momento em que ele abre uma conta no Twitter, que a linha entre dois aspectos de sua vida – o pessoal e o profissional – torna-se muito tênue. Logo, é recomendável que a pessoa evite divulgar informações delicadas sobre a organização (questões internas, por exemplo). E, se o fizer, que sejam dados  de caráter público, diz Abreu.

2.  Que fique claro: o Twitter é um ambiente público

Antes de tuitar,  você deve discernir o que falaria em público e o que comentaria apenas em ambientes privados. Além de a mensagem ficar registrada – mesmo que seja apagada, alguém pode copiar a tela com a mensagem e repassá-la -, a grande  visibilidade do Twitter amplifica a repercussão do que é escrito. Isso quer dizer que você tem de pensar bem antes de escrever qualquer mensagem no microblog. E nunca digitar no calor do momento, sob o risco de ser mal interpretado.

3. Evite colocar seu cargo na empresa para a qual trabalha

Uma vez que a sua empregadora se julgar atingida por sua postura nas redes sociais, ela pode demiti-lo, alerta Vivian Pratti, advogada do escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados. E, se você se identificar no microblog com o cargo que ocupa na empresa, abre-se a brecha para uma possível demissão por justa causa, pois a companhia pode alegar que houve vínculo direto com ela. Portanto, se o seu perfil não for criado especificamente com a intenção de ser corporativo, é melhor não se apresentar como profissional de uma companhia.

4. Evite falar mal das empresas concorrentes

Segundo Manoel Fernandes, diretor da Bites, consultoria de planejamento estratégico em redes sociais, não é de bom-tom criticar concorrentes da empresa para a qual você trabalha. Isso pode criar uma saia justa na organização, principalmente pelo fato de que, no Twitter, a diferença entre o pessoal e o profissional se dilui – uma palavra sua pode ser vista como uma visão da companhia.

5. Cuidado com comentários sobre temas polêmicos

O Twitter é um meio excelente para difundir informação e troca de opiniões sobre diversos assuntos. Mas é sempre bom tomar cuidados com comentários sobre temas espinhosos como religião, política e opções sexuais, apenas para citar alguns exemplos.

Teste seus dons artísticos criando nuvens de tags

Fé, esperança, Che, reforma da saúde, palavras soltas aleatoriamente em busca de um sentido. Nada como brincar de manipulação de nuvens de tags, uma das artes mais sublimes da internet. E disso o pessoal do Tagxedo entende. O serviço deles, ainda em fase beta, permite a criação e edição de incontáveis nuvens de tags. Você pode escolher tamanhos, cores, letras, texto a ser usado e outros detalhes, definidos em uma interface dinâmica.

Mas o melhor recurso é o uso de fotos para alterar o formato da nuvem, como você vê na imagem acima, com Che Guevara e Barack Obama. Esses são exemplos prontos da galeria do Tagxedo. Tentamos fazer o mesmo com uma foto de Steve Jobs, mas parece que não dominamos essa sublime arte (ainda).

Como desmascarar análises “fake” em sites de vendas?

Chega o momento de comprar aquele notebook, mas você não sabe até que ponto é possível confiar nos depoimentos publicados por “consumidores” nos sites. Realmente é preciso ter atenção para diferenciar as análises “autênticas” dos depoimentos falsos publicados por alguém mal intencionado.

O site Consumerist, que defende direitos do consumidor, criou uma lista de sugestões de como identificar depoimentos falsos na hora de comprar. Veja algumas das dicas:

>> Depoimentos falsos em sites de vendas geralmente:

  • estão cheios de adjetivos positivos e não mencionam pontos negativos;
  • são postados em sequência, com curto intervalo de tempo entre si;
  • falam mais sobre características do produto e menos sobre desempenho e custo/benefício;
  • tem nomes de consumidores genéricos, como “happykat1234”, “happykat7593”, “happykat6687”

Site dá pistas de manipulação no Photoshop

Você identifica na imagem acima algum “desastre de Photoshop”, algum braço faltando ou o mais discreto sinal de montagem? Com a ajuda do Image Error Level Analyser você consegue a imagem abaixo…

… e pode ter pistas de manipulação digital. Nesse caso, o traços mais brilhantes da segunda imagem indicam possíveis retoques na boca, nos olhos e em trechos da camisa da modelo.

O processo (conhecido como “error level analysis”) é baseado na análise da qualidade de uma imagem no formato Jpeg. O site mostra a diferença no nível de qualidade dos trechos de uma imagem, e representa essa diferença usando o brilho. Se está brilhante, significa que foi editado recentemente (tem nível de qualidade diferente da imagem original). Se está mais escuro, provavelmente é um trecho que foi salvo diversas vezes sem alteração, e, portanto, já fazia parte da imagem original.

O resultado é mais eficaz, segundo os criadores, em imagens de alta qualidade (cerca de 95% na escala Photoshop). Mas o processo não é infalível: se todos os trechos de uma imagem tiverem sido salvos o mesmo número de vezes, a análise não vai identificar grandes alterações. Para entender melhor a análise, e testar suas próprias fotos, basta visitar o site.

Saiba como funcionam os links patrocinados

Antes do surgimento e popularização da internet, as propagandas eram veiculadas nos meios de comunicação convencionais: rádio, televisão e mídia impressa. Nos últimos anos, por conta do crescimento do universo virtual, as empresas passaram também a dar atenção para a publicidade online, sobretudo no uso de links patrocinados.

Este tipo de anúncio na internet — que, geralmente, fica localizado ao lado direito das páginas de conteúdo ou em buscadores — representou, por exemplo, quase 100% do faturamento do Google em 2009, segundo informações divulgadas pela própria companhia. A empresa, com o Adwords, não é a única que atua nesse segmento de links pagos. Para citar outros exemplos, há o Yahoo! Search Marketing e o UOL Links Patrocinados.

Pagamento adiantado

O sistema de links pagos funciona da seguinte forma: a empresa que quer divulgar seu produto ou serviço faz uma conta em um programa de links patrocinados e cria um anúncio — na maioria das vezes, composto por um título, um texto descritivo de duas linhas e o endereço do site. Depois, deverá estabelecer um valor para cada vez que um internauta clicar no anúncio.

Sistema pré-pago

Um dos diferenciais desse tipo de propaganda online é que o sistema de tarifação tem uma lógica semelhante ao de um celular pré-pago. Da mesma forma que esse tipo de celular — que só faz ligações quando o dono coloca créditos no telefone —, o anunciante de links patrocinados paga antecipadamente (via cartão ou boleto) pelos créditos. “O valor da campanha é pré-definido pelo anunciante. Ele só paga pelo que foi clicado”, explica Alex Andrade, diretor de novos negócios da NW Mídia, empresa de marketing digital.

Por exemplo: uma empresa investe R$ 100 em uma campanha de links patrocinados. Ela estabelece que, a cada clique dado pelo usuário, ela pagará R$ 0,25. Cada vez que um internauta clicar na propaganda vai haver uma diminuição de R$ 0,25 no crédito. Isso acontece até os R$ 100 chegarem ao fim — no caso específico do Google, a empresa envia um alerta por e-mail à pessoa que está controlando a campanha dizendo que os créditos estão acabando.

No entanto, cada caso é um caso: a forma como os créditos comprados pela empresa será gasto de acordo, por exemplo, com a relevância das palavras-chaves escolhidas e o custo por clique estipulado pelo anunciante.

Três formas de anúncio

Em linhas gerais, as empresas que fornecem serviço de links patrocinados podem usar três categorias de anúncio: por palavra-chave, por assunto e por perfil.

Por palavra-chave
Em anúncios com atribuição de palavra-chave, o responsável pela propaganda deverá escolher termos que farão com que o buscador ou algum site exiba o anúncio. Porém, quanto mais relevantes forem as palavras escolhidas para estarem ligadas à propaganda, maior será o custo por clique. Exemplo: a palavra hotel é muito genérica e usada em muitas línguas. Esse tipo de termo geralmente tem custo de clique caro. Mas se forem usados termos mais fechados como “Hotel na Zona Leste de São Paulo” ou “Hotel em Aricanduva”, ela terá um custo mais barato e, que, provavelmente, atenderá melhor ao público-alvo. Aqui, vale a lei da oferta e da procura: quanto mais uma palavra-chave for buscada, mais cara ela será.

Por assunto
O anunciante deve escolher alguns temas que têm relação com o conteúdo da propaganda. Esse tipo de anúncio geralmente “aparece” em páginas editoriais de portais ou em sites que aderem a serviços de afiliação (leia abaixo como funciona). Por exemplo: um anúncio sobre saias deverá estar ligado ao assunto “moda feminina”.

Por perfil
Serviço exclusivo do UOL Links Patrocinados, esse tipo de categoria permite filtrar quem poderá ver o anúncio por sexo, região ou idade. O serviço do portal consegue fazer isso, pois utiliza a base de dados de assinantes. Propagandas por perfil só podem ser vistas em salas de bate-papo ou serviços de e-mail (UOL e BOL). O serviço de e-mails do Google também exibe propagandas: os anúncios, no entanto, têm relação com o conteúdo dos e-mails recebidos e não com informações do usuário.

Critérios para aparecer melhor

Ainda que haja todo um processo para criar uma campanha, para ser visto e ficar em uma posição melhor — na área reservada para links patrocinados em um site —, há alguns fatores importantes que devem ser levados em consideração. “O que define o posicionamento de um link patrocinado é quanto o anunciante está disposto a pagar por clique e a quantidade de vezes em que ele é clicado”, explicou a gerente geral de links patrocinados do UOL, Ana Murr.

Segundo Alex Andrade, nem sempre a pessoa que paga mais é a que sempre está nas melhores posições. “Não adianta o anunciante investir muito no valor por clique, se o link patrocinado não for acessado pelo internauta. Às vezes, uma empresa pode pagar menos e, por ser mais clicada, fica na frente”.

Tentativas de fraude

Um anunciante, ao ver que seu concorrente sempre está à sua frente, pode pensar: “quanto eu mais clicar no anúncio dele, mais rápido vou fazer ele gastar o crédito. Com isso, meu anúncio, que está sempre em segundo lugar, pode assumir o primeiro lugar”.

As coisas não são simples assim. Após certo número de cliques seguidos de um mesmo computador, os serviços de link patrocinado param de contabilizar. Sem contar que, fazendo “campanhas” para clicar no concorrente, provavelmente, a pessoa pode fazer com que aumente a relevância da propaganda do adversário, pois “aumentou” a procura pelos anúncios dele.

Serviços de afiliação

Para que os links patrocinados não fiquem exclusivamente em buscadores ou páginas de conteúdo editorial de portais, os serviços mantêm uma rede de sites afiliados. Os donos de sites, após aderirem a programas como o Google Adsense ou o UOL Afiliados, começam a receber propagandas de links patrocinados relacionadas ao conteúdo de sua página.

Nesse processo o dono do site, sem nenhum investimento, começa a receber dinheiro a cada vez que alguém clicar em uma propaganda veiculada na página. “É bom para o anunciante, para o serviço e para a pessoa que faz parte do programa. Todo mundo ganha”, disse Alex Andrade. No entanto, é importante reforçar que não adianta uma pessoa aderir ao sistema de publicidade e não ter boa audiência. “Com o que recebo de propaganda consigo viver bem e pagar uma equipe de profissionais freelancers, responsáveis pela inserção de conteúdo no site”, disse o analista de sistemas Paulo Lima, que tem um blog de variedades.

Ainda que os ganhos estejam na base dos centavos — as empresas não divulgam a porcentagem de cada uma das partes — há algumas pessoas, com sites de boa audiência, que se sustentam apenas ganhando dinheiro com propaganda no site. “Há parceiros que ganham até R$ 70 mil por mês veiculando propagandas de links pagos”, disse Murr.

Fonte: UOL Tecnologia

Anexando arquivos no Gmail via “Drag and Drop”

Apesar da facilidade em anexar arquivos a uma mensagem do GMail, o Google adicionou a possibilidade de se anexar qualquer arquivo a uma mensagem simplesmente arrastando e soltando.

Conhecido com “drag and drop”, o recurso permite que você arraste um ou vários arquivos de qualquer pasta ou dispositivo do computador para uma mensagem em edição. Por ser um recurso, agora nativo do GMail, não há necessidade de se ativar tal configuração.

Vale lembrar que, apesar da novidade, o limite de tamanho das mensagens no GMail continua em 25MB.

A nova opção está disponível somente aos usuários do Google Chrome e Mozilla Firefox 3.6 ou superior.

Segundo o Google, assim que outros navegadores forem compatíveis com a função, ela será estendida aos demais.

Novos recursos de busca no Firefox

Quem usa sabe como é prática a barra de pesquisas do browser. Basta digitar o termo que se deseja pesquisar, selecionar o mecanismo mais indicado e pressionar Enter. O navegador exibe a página com os resultados para a pesquisa encomendada. Mas você sabe o que fazer para incluir um mecanismo de busca nessa barra? Muitos sites oferecem um plug-in para isso, mas quando não há nada pronto disponível na página que você consulta com frequência a solução é pedir a ajuda do complemento Add To Search Bar para o Firefox.

Com essa extensão instalada, clique com o botão direito do mouse no campo de pesquisa da página selecionada e escolha a opção Adicionar à Barra de Pesquisa no menu que surgirá. Em seguida, aceite o nome indicado ou sugira um outro mais curto e direto, para o mecanismo, escolha um ícone caso a página não forneça nenhum e clique em OK (qualquer imagem pode ser transformada automaticamente em um ícone). Feito isso, o mecanismo está disponível para consulta rápida.

Apesar de bem eficiente, o Add To Search Bar não funciona com todas as páginas de busca. Tentamos sem êxito usá-lo com o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), por exemplo. Se você quiser ter acesso mais ágil ao recurso oferecido pela Academia Brasileira de Letras para não derrapar no uso da nova ortografia, uma dica é incluir o link para a página na barra de favoritos do browser.

Na página de complementos do Firefox há uma série de add-nos que adicionam recursos de pesquisa ao browser. Para conferir a lista, clique na setinha ao lado da barra de pesquisas do Firefox, selecione a opção Organizar Pesquisas e, na caixa de diálogos seguinte, clique no link Adicionar Pesquisas e faça suas escolhas.

Reaproveite slides no Google Docs

O gerador de apresentações do Google Docs tem um recurso para simplificar o reaproveitamento de slides de uma apresentação em outra. É só clicar em Inserir > Importar Slides. Se a apresentação estiver armazenada no Google Docs, escolha-a na lista Google Docs. Se estiver em seu computador, clique no botão Enviar Arquivo e localize-a numa unidade de disco local. Se a apresentação aberta não for a que você queria, clique em Alterar para fazer nova procura. Encontrou o que buscava? Marque os slides que deseja recuperar – ou clique em Selecionar Todos os Slides se quiser aproveitar a apresentação inteira – e clique em Importar para concluir o trabalho.

Gmail ganha recurso de drag-and-drop


O Google inseriu um recurso no Gmail que agradará em cheio quem vive anexando arquivos nas mensagens: é o drag-and-drop (em português, arraste-e-solte).

O recurso permite que o usuário pegue um arquivo em qualquer pasta do Windows e o jogue direto para a janela de “escrever e-mail” do Gmail.

Durante o processo, o usuário só deverá ficar esperto para jogar o arquivo exatamente numa caixa verde, que aparece com a mensagem “Solte os arquivos aqui para adicioná-los como anexo”.

O drag-and-drop funciona com apenas um arquivo ou um conjunto deles. O bacana é que o recurso, além de economizar alguns cliques e aposentar a ferramenta “Anexar arquivo”, é compatível com qualquer tipo de dado, como fotos e documentos de textos.

O drag-and-drop está ativado para todos os usuários e não precisa ser configurado. Mas ele tem uma limitação: só funciona no Gmail que é aberto nos navegadores Firefox 3.6 e Google Chrome.

Google apresenta o ‘novo Docs’

Depois do lançamento do Microsoft Office nas nuvens, o Google revela upgrades para o Docs em contra-ataque.

O pacote de aplicativos testa uma nova experiência de edição online que pode ser separada em três grandes áreas: documentos, planilhas e desenhos.

Na primeira delas, a mais popular entre os usuários e responsável por agregar arquivos de texto (correspondente ao Word, no software da Microsoft), o Docs usará uma edição compartilhada em tempo real. Isso significa que, se algum usuário estiver digitando em um documento aberto, o outro poderá ver e interagir com todas as anotações ao mesmo tempo.

As marcações por escrito agora podem ser feitas por todo o espaço do documento, com um atalho na parte inferior da tela que remete ao Google Talk; a partir dela, os usuários autorizados a editar o arquivo também podem responder ou comentar a anotação sem que haja uma poluição da tela.

Ainda na área de documentos escritos, outra novidade é uma maior gama de opções para customizá-los, dos quais se destacam uma rolagem para controlar as margens e a possibilidade de edição direta de imagens na página.

Quanto à área de planilhas, por sua vez, as alterações se resumem a uma melhoria na navegação, a uma rolagem mais rápida na página e a adição simplificada de fórmulas nas tabelas. Todas elas, segundo o Google, ganham mais velocidade e maior uso intuitivo.

O que mais surpreende nas inovações do Docs, entretanto, é a chegada de uma área voltada para “desenhos nas nuvens”. Com ela, os usuários terão facilitadas as criações de diagramas, gráficos e outras ilustrações de modo online, sem necessidade de baixar qualquer software.

Neste módulo, a exemplo do que ocorre nos documentos, também é possível interagir com outros usuários por meio de uma conversa alocada na parte direita da tela, o que deve facilitar a edição compartilhada.

De acordo com o Google, por ora, os três “novos” editores não são compatíveis com a tecnologia Gears, que permite o acesso offline. O intuito, porém, é que haja um suporte offline no futuro, mais precisamente no dia em que as vantagens de algumas novas tecnologias (como HTML 5) e avanços forem aplicados com mais consistência nos navegadores.

O Google disponibilizou um vídeo ilustrativo sobre as mudanças, disponível no seu blog oficial.