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Dicas de informática

Instale um medidor de bateria melhor em seu notebook

O BatteryBar é um medidor de bateria gratuito que é compatível com o Windows XP, Windows Vista e Windows 7 e, francamente, deveria fazer parte de todos eles. Geralmente é necessário parar o cursor do mouse sobre o ícone da bateria na barra de tarefas para que o Windows informe quanto de energia resta. O BatteryBar adiciona à barra um medidor em tempo integral, fácil de ler, que por si só já é bastante útil.

Este medidor lhe mostra ou a percentagem de carga ou o tempo de autonomia restantes. Basta clicar nele para alternar entre as duas medidas. E quando o notebook está conectado à tomada o medidor muda de cor, de verde para azul, e passa a mostrar quanto tempo falta até que a bateria esteja completamente carregada.

E tem mais: ao parar a seta do mouse sobre o medidor, surge um painel com um monte de informações adicionais, como capacidade total da bateria, taxa de carga e descarga, status da alimentação e até mesmo uma estimativa de vida útil baseada em históricos de carga e descarga. Isso sim é que é um medidor!

Embora o BatteryBar seja gratuito, há uma versão Pro que adiciona novos recursos, como um gráfico com perfis de baterias, alertas de bateria baixa ou em nível crítico e mudanças automáticas no esquema de gerenciamento de energia do Windows que entram em ação sempre que você pluga ou despluga o notebook da tomada.

E quanto custa? O desenvolvedor deixa você escolher: US$ 3 por uma licença de um ano, US$ 5 por dois anos, ou entre US$ 7 e US$ 9 por uma licença por toda a vida. E com US$ 10 você consegue duas licenças vitalícias. E embora eu acredite que a maioria dos usuários estará feliz o suficiente com a versão livre, aprecio esta estratégia criativa de preços.

Pago ou gratuito, não importa. Se você tem um notebook, não deixe de instalar o BatteryBar.

Cinco formas de fazer o Android 2.1 funcionar como o Android 2.2

Se você possui um smartphone com o sistema operacional Android e está impaciente porque o seu aparelho ainda não recebeu atualização para a versão 2.2 (também conhecida como Froyo) ou, talvez, insatisfeito porque ele não receberá o upgrade, acalme-se!

O que você pode fazer é instalar aplicativos no seu Android 2.1 com recursos que seriam exclusivos do Froyo.

Isso significa que você já poderá utilizar o seu smartphone como modem 3G (em inglês, tethering) e conectá-lo a um PC, Mac ou notebook, controlar o aparelho por comando de voz, entre outras funções.

Nota: este post se baseia no Droid X, da Motorola. Como a interface do sistema operacional móvel tem sido personalizada pelas fabricantes, talvez nem todas as cinco dicas abaixo possam ser úteis em todos os aparelhos.

Smartphone como modem 3G

O mais interessante entre os novos recursos do Android 2.2 é capacidade de realizar tethering de um smartphone para um notebook. E é extremamente fácil, sendo que você só precisará utilizar o aplicativo PdaNet, disponível na loja Android Market.

Com o seu smartphone, baixe o programa e faça a instalação. Concluído isso, ligue o seu computador e realize o download do mesmo aplicativo para o seu computador, que pode ser Windows 7, Vista e XP ou Mac OS X 10.5 ou posterior.

Finalizada a instalação, basta conectar o telefone via Bluetooth ou cabo USB ao aparelho e o acesso estará pronto. Lembrando que a aplicação precisa rodar simultaneamente em ambos.

Enquanto estiver conectado, o PDANet em seu smartphone exibirá informações sobre a conexão e a quantidade de dados transferidos, entre outros.

O software está disponível em duas versões. A primeira é gratuita e não permite visitar sites sob o protocolo HTTPS, que é utilizado por emails ou lojas online. Para visitar estes sites protegidos, é preciso adquirir a segunda versão, que é paga. A licença custa cerca de 23,95 dólares.

Caso use este software, você precisará verificar as condições de serviço da sua operadora, pois o contrato pode não permitir tethering.

Nota: você pode ter problemas ao usar este aplicativo com um Droid X e um Mac. Aqui está a correção: quando você ligar o smartphone via USB, selecione o item “USB Mass Storage” localizado na lista de notificações de seu smartphone. Você também deve colocar a tela do seu Droid X em modo de proteção, mas não desligue o aparelho.

Otimize o Android

Outro quesito importante do Froyo é que ele torna os dispositivos ainda mais rápidos e práticos. Como não existe, ainda, nenhum método para acelerar a versão 2.1, o que você pode fazer é otimizá-lo, deixando em espera apenas os programas que necessita.

Com o multitarefa do Android, muitas pessoas não fecham os aplicativos depois que terminam de utilizá-los. Elas simplesmente voltam à tela principal e rodam outra aplicação. Assim, outros programas e recursos podem continuar funcionando, consumindo memória e tempo do processador.

O Android, periodicamente, limpa todo os serviços que não estão sendo utilizadoss. No entanto, algumas pessoas acreditam que essa ferramenta não funciona tão bem quanto deveria. Por isso preferem usar um aplicativo capaz de finalizar qualquer tarefa que ainda esteja em execução.

Entre os vários apps gratuitos com essa finalidade na loja Android Market, dois são destaque: Task Manager e Advanced Task Killer.

Ambos funcionam da mesma forma. Mostram tudo que está em reprodução e permitem que você encerre a atividade de qualquer um deles.

O Advanced Task Killer exibe mais tarefas e serviços que o Task Manager, apesar de não ter qualquer diferença em termos de velocidade.

Qual deles funcionará melhor? A única maneira de descobrir é experimentando.

Existem outras ferramentas que podem aprimorar a velocidade. Elas envolvem, principalmente, o encerramento de atividades que não são sempre usadas, como é o caso do email.  Por exemplo, ter o seu smartphone constantemente verificando se existe ou não uma nova mensagem pode deixá-lo mais lento. Além de, possivelmente, reduzir o tempo de vida útil da bateria. Uma solução é programar para que essa análise seja feita com menos freqüência ou apenas manualmente.

Para alterar o intervalo de pesquisa, acesse o seu aplicativo de e-mail, pressione a tecla Menu e selecione Configurações de e-mail. Altere para que essa atualização seja feita apenas manualmente.

Você também pode desligar outros recursos como GPS ou Wi-Fi. A maioria dos telefones Android tem um widget para ajudar nisso. Com ele, você poderá desligá-los e reativá-los quando necessário.

Também é uma boa ideia desinstalar aplicações recém-instaladas, mas que não estão sendo aproveitadas. E se depois de baixar um novo app você observar que o seu dispositivo está mais lento, remova ele.

É surpreendente como muitas vezes o comportamento dos apps podem prejudicar o desempenho de um smartphone.

Controle de voz

O Voice Actions for Android, da Google, é um ótimo aplicativo gratuito para controlar o seu telefone utilizando comandos de voz. Com ele é possível carregar páginas da Web, enviar mensagens de texto e ligar para algum contato. A má notícia: embora ele não esteja pré-instalado no Froyo, apenas telefones com a versão 2.2 podem usá-lo.

Entretanto, usuários do Android 2.1 não precisam se sentir esquecidos: isso porque o gratuito Vlingo for Android permite que você use sua voz para discar para contatos, enviar e-mails, mensagens de texto, tuitar e muito mais.

O Vlingo não faz tudo o que o Voice Actions pode fazer. Não pode, por exemplo, carregar uma página da Web ou executar uma música. Mas, por outro lado, ele pode iniciar aplicativos.

Ele é extremamente fácil de usar: execute o programa e diga algo ao aparelho e ele fará exatamente o que você disser.

Tal como acontece com todas as aplicações de voz, não espere que o Vlingo reconheça exatamente todos os nomes que você falar. Além disso, você possivelmente terá que fazer algumas correções ortográficas antes de enviar um texto para alguém. Mas, ainda assim, ele faz um trabalho notável.

Adobe Flash no Android 2.1

Um site chamado AddictiveTips afirma ter encontrado uma maneira de executar o Adobe Flash em alguns celulares Android 2.1. O processo envolve o download de um aplicativo Flash zipado para o seu PC e copiá-lo para o cartão SD do seu aparelho.

Para a instalação, use um aplicativo chamado Apps Installer e depois reinicie.

Embora pessoas tenham relatado que ele funciona bem no HTC EVO, no Nexus One e no Droid Eris, esse recurso não funciona em todos os telefones. No Droid X, por exemplo, ele não roda.

Mas se você sente a necessidade de rodar Flash no seu aparelho, acredito  que o teste da ferramenta possa valer a pena.

Mais interfaces

Muitos fabricantes de smarphones ajustam a interface do Android – na verdade, a razão pelo qual o Froyo não está sendo lançado ao mesmo tempo para todos os aparelhos é exatamente porque essas empresas ajustam o Froyo de acordo com o seus aparelhos.

Por exemplo, o número interfaces na tela principal no Android 2.1 pode variar de telefone para telefone. O Milestone possui três páginas e com o Froyo esse número aumenta para cinco. O Droid X, por outro lado, foi lançado com sete.

Se o smartphone não tem tantas interfaces na tela principal, você não precisa esperar pelo Froyo. É possível expandir para até sete com um aplicativo gratuito chamado Launcher Pro, que está disponível na Android Market.

Dependendo do seu dispositivo, você pode ter problemas ao executá-lo. Se isso acontecer, tente consertar com o aplicativo Home Switcher, também disponível na loja de apps da Google.

O Home Switcher permite que você escolha se deseja usar os recursos da tela inicial de fábrica ou a interface do Launcher Pro.

Seu PC está lento? Saiba como consertar

Não é incomum: você está trabalhando e de repente seu PC “cai de joelhos”, lento demais para completar qualquer tarefa, mal capaz acompanhar o movimento do ponteiro do mouse. Este é o tipo de problema cuja causa é difícil de identificar, mas os passos a seguir podem ajudá-lo nesta tarefa, e talvez fornecer uma pista para a solução.

1. Procure por malware: “malware”, software malicioso como vírus, worms, spywares, keyloggers, trojans e afins, pode ser o culpado. Se seu PC estiver sendo usado para envio de SPAM em massa ou participando de outra atividade maléfica sem seu conhecimento, certamente ficará mais lento. Eu assumo que você já tenha um bom anti-vírus atualizado, mas por precaução vale a pena instalar um programa como o SUPERAntiSpyware ou o Anti-Malware da Malwarebytes e fazer uma varredura na máquina. Nunca se sabe o que pode estar escondido “debaixo do tapete”.

2. Procure por processos fominhas: um processo é um programa, ou parte de um programa, que está em execução em seu computador. Sempre que você está usando o Windows, há centenas de processos em execução simultaneamente. Um processo “desgarrado”, que decidiu consumir recursos demais (como poder de processamento ou memória) da máquina pode deixar todo o sistema mais lento.

Para ver os processos em execução, tecle Ctrl+Alt+Del e escolha a opção Iniciar Gerenciador de Tarefas. A seguir clique na aba Processos e nas colunas CPU ou Memória para ordenar a lista por consumo de recursos do processador ou da memória, e veja quem está no topo. Se você achar um processo consumindo, digamos, 80% dos recursos da CPU, encontrou o culpado. Clique no nome do processo na lista e no botão Finalizar processo para “matá-lo”, ou seja, forçar seu encerramento. Se você notar que o processo fominha vem sempre do mesmo aplicativo, talvez seja uma boa idéia comunicar ao desenvolvedor: pode ser um bug.

3. Livre-se de programas que se iniciam automaticamente: muitos PCs sofrem com um excesso de programas que são carregados automaticamente a cada vez que são ligados. Na verdade, muitos PCs já deixam a fábrica nesse estado. Isso deixa seu micro mais lento e pode causar conflitos.

Para ver quais programas são carregados juntamente com o sistema operacional, clique no menu iniciar e digite msconfig no campo de texto (sem as aspas), seguido pela tecla Enter. Clique na aba Inicialização de Programas. Tudo o que estiver ali será carregado junto com o sistema operacional sempre que for ligado. Para impedir que um programa (como o iTunes ou o atualizador automático de programas do Google, por exemplo) seja carregado, basta desmarcar a caixa em frente ao seu nome. Depois clique em Aplicar e pronto.

Mas fica a dica: alguns programas ali listados podem ser essenciais para o funcionamento do Windows ou de seus aplicativos. Se você não tem a mínima idéia do que um programa faz, deixe-o quieto ou pelo menos procure no Google para que ele serve antes de agir.

4. Tome notas: se as dicas acima não adiantarem, mantenha um bloquinho e uma caneta ao lado de seu PC. Quando ele começar a ficar lento, anote quais programas você estava rodando e o que você estava fazendo na hora. Depois de um tempo, você pode acabar descobrindo que o culpado é um programa ou conjunto de ações específico. E porque bloquinho e caneta? Para você não ter de abrir um editor de textos bem na hora em que seu micro começa a se arrastar feito uma tartaruga com reumatismo.

5. Mude seus hábitos: sei que você não vai gostar de ler isso, mas talvez seu PC não seja poderoso o suficiente para o que você está fazendo com ele. Para resolver o problema, tente fazer menos coisas ao mesmo tempo. Se possível, feche um programa grande (como o Office) antes de abrir outro (como o Photoshop). Substituta aplicativos mais lentos por alternativas mais rápidas. E não atualize seus principais aplicativos a não ser que realmente precise disso: versões mais recentes são sempre mais lentas.

6. Atualize seu hardware: se seu PC é lento demais para as tarefas que você precisa – ou quer – realizar, talvez seja necessário investir algum dinheiro para resolver o problema. Não, você não precisa comprar um computador novo: adicionar mais memória RAM ou um HD com mais espaço e mais rápido podem lhe dar melhor desempenho sem grandes despesas. O mesmo pode ser dito de uma placa de vídeo, como os modelos da NVIDIA com suporte à tecnologia CUDA, que podem acelerar tarefas como edição de imagens e conversão de vídeo além, é claro, dos seus jogos favoritos.

Use o Google Docs de maneira eficiente em sua empresa

Praticamente todas as empresas precisam de serviços básicos, tais como provedores de e-mail e de caixas de entrada, compartilhamento de arquivos e de editores de textos. O jeito que esses serviços são implementados variam dramaticamente. Escolha errado o provedor desses serviços, aproveite e incendeie dinheiro e desperdice tempo.

Há como contornar a necessidade de boa parte dessas despesas usando o Google Apps for Businesses, um serviço diretamente do ambiente das nuvens que pode acelerar o ritmo na empresa, pois tudo que precisa é acessível a partir de dispositivos móveis.

Existem algumas diferenças entre as soluções oferecidas pelo Google e aquelas no portfólio de outras companhias. Neste artigo vamos revelar algumas dicas de como tirar proveito de maneira otimizada dos serviços disponíveis na plataforma Google Apps for Businesses.

Google Apps Collaboration Tools

Adicionalmente à gestão dos e-mails, o Google Apps auxilia as pessoas de uma mesma empresa na construção de arquivos e geração de conteúdo. Apesar de todo o conteúdo estar armazenado na nuvem, o Google mantém a segurança dos arquivos bastante robusta.

A agenda oferecida pelo Google Calendar é útil quando se trata de repartir compromissos com mais participantes. A versão disponível para empresas é semelhante ao serviço gratuito, mas tem itens voltados para funcionários. Uma das opções oferecidas é compartilhar a agenda do dia, para informar aos outros participantes a que horas você estaria disponível para uma reunião. O Calendar envia convites para reuniões e se atualiza à medida que outras pessoas confirmam a presença no evento.

O Google Docs edita, de maneira elementar, arquivos criados em suítes de edição de textos, como Word (.doc), PowerPoint (.ppt) e Excel (.xls). O conteúdo desses arquivos pode ser editado por várias pessoas ao mesmo tempo e permite que cada usuário faça as alterações sem sobrescrever mudanças efetuadas por outros usuários (o que poderia ocorrer se a cada alteração os usuários baixassem e subissem os arquivos). O recurso pode ser usado como mural de avisos em empresas; nele podem ser exibidas políticas da companhia e ser anunciados eventos da empresa. Também existe a opção de salvar documentos e arquivos de todo tipo em uma pasta virtual no Google Docs.

Na versão Premier Edition, o Google Groups age como central colaborativa entre grupos. Ele permite o envio de conteúdo para determinados agrupamentos de usuários, uma opção para informar ao departamento de vendas sobre oportunidades de fechar negócios, sem informar ao pessoal da manutenção o mesmo recado. Cada vez que um novo integrante entra para determinado grupo, ele tem acesso ao histórico e pode visualizar o que aconteceu antes de se unir ao grupo.

Outro serviço disponível apenas na versão Premier é o Google Video. Equivale a uma versão privada do YouTube para a empresa. Serve para publicar vídeos para fins de treinamento ou outras finalidades dentro de um círculo fechado de usuários. Também é possível hospedar vídeos públicos, o que elimina a necessidade de assinar outros serviços ou listas.

O Gmail no ambiente corporativo

A principal vantagem entre as versões gratuitas do Google e das suítes pagas, é perceptível no serviço de e-mail, o Gmail. Em vez de ter sua conta associada ao domínio Gmail e o endereço ser seunome@gmail.com, você pode dispor de um domínio personalizado, o que faz uma diferença enorme na divulgação de sua marca. O Google oferece a opção de registro de domínio ao custo de 10 dólares anuais e o configura automaticamente.

Talvez os 7,4 GB de espaço para aguardar arquivos seja suficiente para pequenas e médias empresas. Disponível sem custo e configurável para até 50 contas de email distintas, cada conta de e-mail pode enviar mensagens para 500 endereços diferentes por dia. A não ser que sua empresa mantenha uma base de contatos muito ampla, estes limites devem suprir a necessidade que tem em serviços dessa natureza. Ocorre que, da mesma forma que acontece na versão pública, a interface desses serviços inclui publicidade, mais um motivo para fazer um upgrade na conta do Google Docs e optar pela versão paga. Nela, você poderá eliminar a opção de exibição de publicidade. Basta fazer login como administrador da conta, escolher a opção de gerenciar o domínio, localizado no topo da página e desabilitar a exibição de publicidade em seu domínio. Salve as alterações e saia da interface. Sim, era de se esperar que os pagantes do serviços não tivessem de realizar essa modificação.

O custo da versão Premier é de 50 dólares por ano e por usuário. Nessa modalidade, cada usuário pode enviar até 2 mil e-mails por dia para endereços diferentes e o espaço de armazenamento aumenta para 25 GB.

Siga as dicas de negócios

O que será que aconteceu com aquele e-mail superimportante que você enviou, mas errou o recipiente ao digitar o endereço do mesmo? Para dar conta dessa fatalidade, você pode criar apelidos para contatos de e-mail com endereços complicados. Faz assim: entra no sistema de gerenciamento da conta de e-mail e clique em “e-mail”. Encontre o nome do destinatário na relação de contatos e edite as informações. Você poderá criar um apelido para o contato, algo que seja difícil de digitar de forma errada.

Outras mensagens enviadas com endereços digitados de maneira errada devem ir parar na pasta de lixo eletrônico, mas mesmo aí, você pode fazer alterações. Acesse as configurações do serviço e selecione a opção de e-mail. Desça até a seção de e-mail routing e marque a opção de “Route” para capturar todos os endereços, insira o seu nome, salve as alterações e pronto.

Com base no Google Groups é possível gerir a comunicação interna, mas ele também pode ser usado para receber mensagens de qualquer outro remetente. Dessa maneira, você pode manter uma caixa com o nome vendas@seusite.com.br, que irá encaminhar todas as mensagens que receber para outra lista ou grupo definidos. Para tal, basta clicar na opção de Grupos e criar um novo conjunto de destinatários.

Por padrão, apenas os participantes de cada grupo podem enviar mensagens. Mas isso pode ser alterado: basta selecionar a opção “Permitir que todos enviem mensagens”. De agora em diante, um cliente poderá contatar toda a equipe de vendas a partir de um único e-mail.

Crie avisos personalizados de eventos no Google Calendar

Existe uma grande variedade de maneiras pelas quais o Google Calendar pode lembrar você de determinados compromissos. Os avisos podem chegar até você via e-mail, por meio de pop-ups ou via SMS diretamente até o seu celular (e não precisa ser um smartphone de última geração). Veja como configurar essas opções que devem lembrá-lo dos compromissos ou te dar aquele toque, 5 minutos antes da reunião começar.

De dentro do painel de controle do Google Apps – não estamos falando do painel de administrador – abra a opção do calendário. Selecione as configurações e os alertas. Você poderá clicar em adicionar um alerta para alterar os tipos de notificação. Procure configurar o primeiro de forma a mandar uma mensagem de email um dia antes do evento. Se quiser, poderá configurar mais outros dois avisos para serem encaminhados ao seu celular poucos minutos antes (pode ser necessário configurar seu aparelho celular para receber essas mensagens), salve as alterações antes de sair.

Mais opções de aplicativos

A união entre o calendário e os aplicativos do Google, como o Docs, formam uma base sobre a qual a comunicação dentro da empresa funciona. Mas existe uma infinidade de aplicativos adicionais desenvolvidos por terceiros e que podem interagir com sua base de clientes, com o calendário e com outros dados. Entre esses aplicativos encontram-se  ferramentas de CRM, monitores de tempo de resposta e outros recursos.

Uma boa opção para encontrar tais soluções é o Google Apps Marketplace. Lá estão exibidos os programas gratuitos e os pagos para integração no Google Docs. Ao ativar a opção de integração do programa escolhido, ele automaticamente é distribuído para todos os usuários ligados, diferente do software tradicional, em que é necessária uma instalação isolada para cada usuário.

Google Voice (ainda não disponível para o Brasil)

Esse serviço permite que as pessoas deixem recados em sua caixa de entrada esteja você onde estiver. Uma extensão desse serviços cria um número telefônico exclusivo para você, que faz soar todos os seus números informados.

É muito importante estar ao alcance das pessoas enquanto você está trabalhando. Ao mesmo tempo é chato receber chamadas de estranhos enquanto está ocupado. Uma solução seria desabilitar o encaminhamento de chamadas para determinado celular, mas isso impediria o recebimento inclusive de chamadas que você deseja receber. Uma opção é configurar um aparelho para cada tipo de chamada, sempre de acordo com o número de quem está ligando.

De agora em diante, quando amigos, parentes ou contatos comerciais ligarem para você, serão encaminhados para linhas distintas e você terá melhor e maior controle sobre com quem deseja falar e os contatos indesejados podem ligar para o seu telefone comercial, mas não irão incomodar o seu sono enquanto você está em casa.

Como escolher uma distribuição Linux para o Desktop

Com todos os bons motivos para usar o Linux atualmente – especialmente em uma empresa – geralmente é fácil decidir abandonar o Windows. O que é difícil, entretanto, é decidir qual distribuição (nome dado às “versões” do sistema operacional) Linux é a mais adequada para você ou para sua empresa.

A julgar pelos números de popularidade rastreados tanto pelo site Distriwatch como por um estudo recente da LinuxTrends, o Ubuntu é claramente a “distro” mais popular. Não há como negar que o Ubuntu tem muitos benefícios para os usuários, mas ao mesmo tempo há muitas outras possibilidades, cada qual adicionando seu “tempero” próprio ao Linux.

Qual distribuição é a melhor para você? A resposta depende de vários fatores:

1. Habilidade

Se você nunca usou o Linux antes, é melhor ficar com uma distribuição mais adequada aos usuários iniciantes. Esta é uma das principais características do Ubuntu, mas o Fedora, Linux Mint e o openSUSE também podem ser boas escolhas. Eu recomendaria o Ubuntu ou Fedora para um novo usuário.

Fique longe de versões alpha, beta e release candidate (RC) do software, já que elas podem ser instáveis. Por outro lado, se você se considera um usuário avançado  pode preferir distribuições como o Gentoo, Debian, Arch Linux e Slackware. Ou quem sabe fazer sua própria distribuição do zero com o Linux from Scratch!

2. Foco

Se seu trabalho (ou o de sua empresa) é focado em uma área específica, vale a pena dar uma olhada nas muitas versões “de nicho” do Ubuntu, como a EduBuntu (para educação) e UbuntuStudio (para músicos, artistas gráficos e produtores de vídeo).

3. Suporte

Cada distribuição tem sua própria comunidade online, que é geralmente o melhor lugar para conseguir ajuda gratuita quando problemas surgem. Antes de escolher uma distro, pode ser uma boa idéia “dar uma olhada” em sua comunidade visitando os fóruns onde os usuários se reúnem. Alguns são mais amigáveis do que os outros.

Se você não se sente confortável com o suporte oferecido pela comunidade, pode optar por uma versão comercial do Linux com suporte técnico oferecido pelo desenvolvedor ou revendedor. O Red Hat Enterprise Linux e o SUSE Linux Enterprise Desktop (antigamente conhecido como Novell Linux Desktop) geralmente estão entre as melhores escolhas entre as distribuições Linux para o segmento corporativo.

4. Hardware

Uma das muitas virtudes do Linux é que ele pode rodar muito bem em hardware mais antigo, então não é necessário ter um computador poderoso para conseguir desempenho satisfatório. Se seu hardware é antigo, uma distribuição como o Puppy Linux é uma boa escolha. Para desktops com recursos (como RAM e espaço em disco) limitados distribuições como o Xubuntu e o Debian XFCE Edition podem ser úteis. E para os netbooks há inúmeras opções, como o Ubuntu Netbook Remix, EasyPeasy ou o Jolicloud.

Em máquinas mais modernas, seus periféricos podem influenciar a escolha da distribuição. Se você depende de um leitor de cartões de memória, modem 3G ou impressora multifuncional no dia-a-dia, por exemplo, é melhor verificar sua compatibilidade com a distribuição que pretende usar antes de migrar. Entre as distribuições atualmente no mercado, o Ubuntu é provavelmente a que tem a melhor compatibilidade de hardware.

5. Software

Se há algum programa que é indispensável para o seu dia-a-dia ou de sua empresa, planeje-se para não ser pego de surpresa sem ele. Primeiro, verifique se há uma versão Linux, seja do fornecedor original ou equivalente Open Source. Se for um software proprietário, certifique-se de que é possível rodá-lo na distribuição que escolheu: apesar de oferecer uma versão “Linux”, muitas empresas “empacotam” seus programas para uma distribuição específica, e não garantem seu funcionamento em outras versões do sistema.

Ainda indeciso?

Se você ainda não conseguiu decidir qual distro usar, há vários “testes” online para guiá-lo em sua escolha. Os mais indicados são o Linux Distribution Chooser da zegenie Studios e o Distro Chooser do site polishlinux.org.

Seja qual for  distribuição escolhida, é uma boa idéia experimentá-la antes usando um LiveCD ou LiveUSB. Assim você pode se decidir se o sistema é realmente adequado para você antes de instalá-lo em sua máquina. Se preferir, pode ser uma boa ideia começar a usar o sistema em regime de “dual boot”, assim o Windows estará sempre por perto se você eventualmente precisar. Também recomendo uma referência impressa. Para os usuários do Ubuntu, por exemplo, o livro “The Official Ubuntu Book” é uma boa opção.

E lembre-se de que a principal característica do Linux é a liberdade de escolha. Se a primeira distribuição que você escolheu não parecer a certa, há muitas outras para experimentar e isso não vai lhe custar um centavo. Tente fazer isso com software proprietário!

Arquivo grande? Divida-o!

Há algumas situações em que é necessário dividir um arquivo grande em partes menores. Você pode querer gravar um programa com vários megabytes em disquetes de 1,44 MB, ou enviá-lo por e-mail por um servidor em que o tamanho dos arquivos anexos está limitado a 1 MB, por exemplo. O MaxSplitter é um utilitário gratuito que faz isso de forma simples e rápida. Depois de baixar e instalar o programa, abra-o, clique na aba Split e, em seguida, no botão Add File, aquele que tem um ícone com o sinal de mais (+). Navegue até o arquivo que você quer dividir e clique em Abrir. Outra maneira de chegar até esse ponto é navegar até o arquivo com o Explorer do Windows, clicar com o botão direito nele e escolher a opção MaxSplitter. Você pode definir em quantas partes quer repartir o arquivo colocando um número no campo Pieces. Outra opção é escolher um dos tamanhos padronizados de arquivo no menu Size/Pieces.

A versão gratuita do software não permite especificar um tamanho diferente dos padronizados nem comprimir o arquivo na divisão. Se você estiver interessado nessas funções extras, pode fazer o upgrade para a versão Professional (clique na aba Help) por 15 dólares.

No campo Output Directory, indique a pasta onde vão ser gravados os arquivos resultantes da divisão, ou clique no ícone à direita, navegue até ela e clique em OK. Assinale a opção Create MXS File. Se você está copiando os pedaços diretamente para disquetes, deixe ativada a opção Prompt to Change Disk. Senão, desmarque-a. Para finalizar, clique no botão Start Splitting. Se você examinar a pasta (ou os discos) onde foram gravados os arquivos, vai ver vários com as extensões 001, 002, 003 etc., e também um arquivo com extensão .mxs. Dando um duplo clique neste último, o utilitário será ativado para juntar os pedaços. Indique a pasta onde deve ser gravado o arquivo recomposto e clique no botão Start Merging.

Se você for enviar os arquivos por e-mail para uma pessoa que não possui o utilitário, assinale, na hora de repartir o arquivo, a opção Create Batch File. O MaxSplitter vai gerar um arquivo .bat para recompor o arquivo original. Basta dar um duplo clique nele para que essa operação se realize sem que seja necessário ter o MaxSplitter no micro de destino.

Os cinco melhores recursos do Gmail Labs

O GMail Labs é um plano do Google que incentiva seus funcionários a criarem novos aplicativos para o Gmail durante os seus 20% de tempo livre. Estes recursos lançados desde 2008, apesar de serem úteis, funcionam como uma área de experimentos que ainda não estão prontos. Por isso, sem nenhum aviso, eles podem ser modificados, deixarem de funcionar e até mesmo desaparecer.

Apesar desta pequena restrição, os pequenos gadgets que o Labs adiciona ao Gmail facilitam a vida de quem precisa utilizar o Gmail diariamente e de maneira contínua. Com um simples clique, eles podem ser ativados ou desativados. Siga os passos a seguir para adicionar o recurso ao Gmail e conheça a lista com os melhores gadgets do Labs.

Como ativar o Labs

  • Acesse a sua conta do Gmail;
  • Caso ainda não tenha acessado o recurso Labs anteriormente, você deverá ativá-lo. Para isso, vá em Configurações e clique na aba Labs. Será exibida a galeria com todos os recursos existentes. Escolha aqueles que desejar, clicando em “Ativar” e logo em seguida em “Salvar as configurações”;

  • Quando precisar acessar novamente a galeria do Labs, basta ir ao pequeno ícone localizado no topo da página, ao lado do seu endereço de e-mail.

Os cinco melhores

Criar um documento: permite a criação de um documento do Google Docs a partir de um e-mail. Ótimo para quem também é usuário do Docs.Estilo de Texto Padrão: com este recurso, você poderá configurar o estilo de padrão de seus e-mails. Caso prefira uma fonte maior e de cor vermelha, por exemplo, esta função é a indicada.

Inserção de imagens: permite a inserção de imagens a partir do computador ou de uma URL no corpo de um e-mail. Não funciona em modo offline.

Tradução de Mensagens: recurso que utiliza o Google Tradutor para traduzir mensagens em outras línguas.

Visualizações do Google Maps em e-mails: extremamente útil para quem recebe e-mails com endereços. O recurso exibe o mapa destes endereços diretamente no corpo das mensagens.

Configure seu roteador para compartilhamento

Se você tem uma rede doméstica equipada com roteador, pode enfrentar problemas na configuração de programas para compartilhamento de arquivos como o freeware eMule e outros similares. Motivo: para se comunicar com a internet, esses aplicativos exigem que uma ou mais portas específicas de comunicação estejam abertas. Como, por motivo de segurança, o roteador bloqueia esses canais, os programas não funcionam. A correção para isso consiste em abrir as portas adequadas no roteador. Veja a seguir um exemplo de como fazer essa configuração. Vale observar que cada roteador tem seus próprios procedimentos para fazer os ajustes. No passo-a-passo, vamos usar o eMule versão 0.45b e o roteador AirPlus Xtreme G+ Wireless Router, da D-Link.

1. Informações

A primeira coisa a fazer é executar o teste para verificar se o eMule é capaz de funcionar normalmente na configuração existente. Logo durante a instalação, o programa avisa que faz uso da porta TCP 4662 para acessar a rede de compartilhamento (há também uma porta UDP, mas essa não é necessária). Na tela em que aparece esse aviso, aparece o botão Teste de Portas. Clique nele. Se a porta estiver bloqueada, o que é a situação mais comum, o programa vai exibir, no browser, o seguinte alerta: “Teste de conexão TCP falhou! Teste de conexão UDP não será executado”. Diante disso, nossa tarefa básica será abrir no roteador a porta TCP 4662.

2. Confira os IPs

Normalmente, a configuração dos roteadores é feita por meio de uma interface web. No caso do AirPlus Xtreme, chega-se a essa interface apontando o browser em qualquer micro da rede para o endereço IP do gateway-padrão. Nessa configuração, você precisa estar na máquina onde o eMule está instalado. No Windows XP, para saber qual é esse endereço, vá ao Painel de Controle e acione a opção Conexões de Rede e de Internet e, depois, Conexões de Rede. Dê um duplo clique no item Conexão Local e, na janela que se abre, passe à orelha Suporte. Veja o número procurado na linha Gateway Padrão. Anote também o IP da máquina local, mostrado na linha Endereço IP. Você também pode obter essas informações — endereços do gateway e do micro local — indo ao Prompt de Comando e digitando: ipconfig

3. Acesse o roteador

No browser, digite o IP do gateway. Em nosso caso, era 192.168.1.251. O sistema do roteador vai lhe pedir um nome de login e uma senha. Pronto, você está na interface de administração do dispositivo.

4. Abra a porta

Clique na orelha Advanced para entrar na área Virtual Server, na qual você poderá abrir a porta de comunicação para o eMule. Na primeira linha, ligue a opção Enabled (ativado). Em Name, digite “eMule”, ou qualquer coisa que facilite a identificação da regra que você vai criar. Em seguida, na linha Private IP, complete a última parte do número IP de sua máquina. Em nosso exemplo, o sistema já apresenta os números 192.168.1. Digite na caixa a quarta parcela do IP do micro — 193, em nosso caso. Na linha Protocol Type (tipo de protocolo), mantenha a opção-padrão: TCP. Nos campos Private Port e Public Port, digite um mesmo número: o da porta exigida pelo eMule (4662). Por fim, na linha Schedule, escolha a opção Always. Isso significa que a porta TCP 4662 vai ficar aberta de forma permanente para a máquina da rede identificada pelo IP 192.168.1.193.

Se você julgar necessário, selecione a alternativa From e indique, a seguir, os horários nas caixas Time e To e os dias, em Days. É possível definir, por exemplo, que a porta só vai ficar aberta num período do dia (entre 10 da noite e 8 da manhã, por exemplo) e que essa abertura será válida somente de segunda a sexta-feira.

5. Teste o eMule

Concluída a configuração, clique no botão Apply. Nova regra aparece na tabela Virtual Server List, abaixo da área de configuração. Pronto. Abra o eMule e clique no botão Conectar. Aguarde um pouco. No quadro inferior da tela principal, aparecem em destaque as linhas: “Conexão estabelecida com o servidor ” e “Sua nova ID é ”. Pronto, você está na rede de compartilhamento.

Crie uma imagem do drive C e fique seguro

Você está trabalhando com seu micro e, de repente, um erro fatal, de hardware ou de software, obriga a reinstalação do sistema operacional. E agora? E todas as configurações do sistema e dos aplicativos? E as atualizações? Não há outro jeito: é preciso refazer tudo, sem muita garantia de que o resultado vai ser igual ao que estava antes. Mas calma. Embora esse quadro seja possível, há várias formas de evitar grandes transtornos. Uma delas é gerar uma cópia-padrão do drive de sistema – num segundo disco rígido, por exemplo. Quando for necessário reinstalar o sistema, bastará restaurar essa cópia. Evita-se, assim, o trabalho de reinstalar e configurar todos os programas – tarefa que, em muitos casos, consome dias. A solução que vamos mostrar aqui depende de três requisitos: um disco rígido secundário para armazenar as imagens do drive principal; um software para gerar as imagens; e, por fim, uma reconfiguração do Windows.

O software usado será o Drive Image (DI), da PowerQuest (www.powerquest.com.br), um dos melhores programas para essa tarefa, especialmente por causa de sua facilidade de uso. O DI gera imagens compactadas de todo o conteúdo do drive C. Além disso, oferece meios para a restauração, tanto em condições normais como nos casos em que o sistema não inicializa. Outro destaque desse utilitário é que sua versão (2002 a que estamos usando), funciona com todas as edições mais recentes do Windows (95, 98, Me, NT, 2000 e XP) e suporta todos os sistemas de arquivos mais comuns: FAT, FAT32, NTFS, Ext2. Vejamos, passo a passo, como preparar o micro para gerar e recuperar imagens do disco de sistema.

São necessárias três etapas. Primeiro, a preparação da máquina. Depois, a instalação do software que produz “clones” do drive C. E, por fim, o ajuste do sistema. Vamos à preparação do micro. Em princípio, você pode usar qualquer máquina equipada com dois HDs, desde que haja no drive secundário espaço suficiente para os backups. No entanto, o procedimento ideal é começar tudo do zero. Ou seja, formatar o disco de sistema (não esquecer de antes fazer backups dos documentos) e reinstalar o Windows e todos os programas que você considera básicos. A intenção é gerar um disco com o Windows novo e sadio.

Se você está certo de que seu Windows não tem problemas, salte a primeira etapa e transfira seu marco zero para a instalação do Drive Image. Execute-o pela primeira vez. Dê OK na tela de boas-vindas e o programa apresenta sua janela inicial, que vai direto ao que interessa: clique no botão Create Image para fazer um clone de seu drive de sistema. Ou, então, clique em Restore Image para recuperar uma imagem já armazenada. Para começar, claro, clique no primeiro botão. Na próxima tela, acione Select Drives e indique o disco a ser clonado. Em Select Destination, diga ao programa que você quer fazer o backup no segundo disco rígido – normalmente, o drive D.

Para executar o backup já, acione o botão Finish. O programa gera um arquivo com extensão PQI, acompanhado de outro, com o mesmo nome e extensão 002. Se você clicar no item Options, poderá escolher o nível de compactação (nenhuma, baixa, alta) e também definir que a imagem seja dividida em múltiplos arquivos. Outra opção está acessível via botão Schedule. Ela permite programar a feitura de backups com a ajuda do Agendador de Tarefas do Windows.

A restauração da cópia também é simples. Basta escolher Restore Image e indicar o destino. Nessa operação, a tela Select Destination exibe a caixa Restore to Original Locations (restaurar para os locais de origem). Se for esse o caso – que, aliás, é o mais comum -, basta marcar essa opção e o programa faz o resto. Os locais de destino, tanto na cópia como na restauração, não estão limitados a um drive local, diferente do de sistema. É possível, por exemplo, fazer o backup no mesmo disco rígido, em outra partição. A desvantagem está na segurança: não é prudente manter original e cópia no mesmo hardware. Outras opções são a criação de backups em drives de rede e mídias removíveis (CD, Zip Drive, disco rígido externo).

Também a restauração pode ser feita em drive diferente do original. Esse recurso é particularmente útil para empresas. Em vez de instalar, um a um, o sistema operacional e aplicativos num lote de máquinas idênticas, basta fazer isso uma vez e em seguida reproduzir a imagem nos discos rígidos. Sempre que você faz uma cópia ou restauração sem envolver o disco de sistema, o DI executa toda a operação sem abandonar o Windows. No entanto, se o processo inclui o drive de sistema, o programa encerra o ambiente gráfico, trabalha no DOS e por fim retorna ao Windows.

Você já instalou o programa e viu como trabalhar com imagens de drives. Falta a terceira parte: ajustar o sistema operacional. Agora, você precisa transferir o padrão de gravação de documentos do drive C para o drive D. Por quê? O objetivo é manter somente o sistema e programas no drive C. Todo o resultado de seu trabalho deve ficar fora desse drive. Assim, quando for necessário restaurar o sistema (e, portanto, sobrescrever todo o conteúdo de C), seus documentos estarão preservados. Para executar essa mudança, clique com o botão direito em Meus Documentos e, no menu, escolha Propriedades. Na tela que se abre, clique no botão Localizar Destino para indicar a posição de Meus Documentos em D. Com o botão Mover, você pode não somente localizar ou criar essa nova pasta como transferir para ela os documentos atuais.

Arquivos com nomes novos

Ao transferir as fotos digitais da máquina fotográfica para o computador, você obtém uma coleção de arquivos com nomes esquisitos como DSC0001.jpg. Claro, seria melhor que as fotos indicassem algo mais esclarecedor como “Férias 2003.jpg”. No Windows XP, dá para fazer isso sem usar nenhum esquema mirabolante. Siga o roteiro:

1. Abra, no Windows Explorer, a pasta onde estão as imagens.

2. Selecione todas as imagens que deseja renomear.

3. Agora, clique com o botão direito na primeira imagem e, no menu, acione Renomear. A área do nome do arquivo se abre para edição. Digite o nome Férias 2003 (1).jpg e, em seguida, clique no espaço em branco ao lado do nome do arquivo. Automaticamente, o Windows renomeia todas as fotos seguintes, em sequência: Férias 2003 (2).jpg, Férias 2003 (3).jpg, e assim por diante. O truque funciona para qualquer tipo de arquivo, não somente os de imagem. Se você cometer algum erro, dê o comando Ctrl+Z tantas vezes quanto necessário para desfazer a operação.