Agora o iPad cabe no seu bolso

Você até gostou do novo eletrônico da Apple, mas ainda achava ele meio grande para carregar por aí, certo? Aprecie, então, a nova versão do colete de viagem da Scottevest. São 22 bolsos, incluindo compartimentos internos e um BOLSO EXCLUSIVO PARA iPad.

O modelo é vendido por US$ 100, em três opções de cores, e pode comportar também outros gadgets e objetos de viagem úteis, como chaves, documentos e até uma garrafa de água – segundo o fabricante. Mas a principal vantagem é que se você escolher bem os portáteis que vai carregar, já terá um razoável colete a prova de balas.

Fonte: UOL Tecnologia

Antes do Google havia o BackRub

Precursor do Google em 1996, o projeto BackRub consistia em um motor de pesquisa liderado por Larry Page no departamento de ciência da computação na Universidade de Stanford. BackRub poderia ter sido uma referência ao subjacente algoritmo que conta backlinks como votos, a mesma abordagem que depois foi transferida para o atual PageRank.

Em agosto de 1996, de acordo com uma cópia em cache do sistema BackRub feita pelo site C63.be, o número de “HTML URLs HTML” que este “mecanismo de pesquisa da web” havia indexado era de 75 milhões de páginas, e mantinha 30 milhões de páginas HTML em cache. BackRub foi escrito em Java e Python com base “em várias Sun Ultras e Intel Pentiums com SO Linux.”

Mais tarde, o sistema BackRub se transformou no “Google Search Engine”, de acordo com registros gravados pelo Archive.Org em 1997.

Fonte: Google Blogoscoped

Converse enquanto produz no Docs

O Google Docs não apenas permite que duas ou mais pessoas trabalhem no mesmo arquivo ao mesmo tempo como possibilita a troca de ideias durante o trabalho. Esse recurso está disponível tanto na aplicação de apresentações quanto na de planilhas. No gerador de apresentações, clique em Iniciar a Apresentação. Na janela da apresentação que se abrirá, clique em Visualizar Junto. Quando duas pessoas estão editando a mesma planilha, é só clicar na etiqueta que sinaliza o compartilhamento para abrir a janela de bate-papo.

O Firefox vira tradutor de textos

Quer ler sites internacionais mas não sabe nada de inglês? O Google Translate é a melhor ferramenta de tradução, mas para evitar a chateação de ter de copiar a URL ou o texto para acessar o serviço, você pode usar a extensão GTranslate. Basta selecionar o texto desejado e clicar com o botão direito do mouse nele, acessando Translate. Depois de instalar o add-on, acesse Ferramentas > Complementos e pressione Preferências. Troque, então, a língua de tradução para o português.

Será o fim dos códigos de barra?

Nova pesquisa com tecnologia RFID poderá substituir os códigos de barra de forma barata e muito mais prática.

Juntos, cientistas da Universidade Rice, nos Estados Unidos, e Universidade Nacional Sunchon, na Coréia, criaram um transmissor que pode ficar invisível ao ser impresso em embalagens.

Ele permitiria, por exemplo, que a passagem pelo caixa do supermercado fosse muito mais rápida: o cliente não precisaria mais tirar as compras do carrinho para que todas as embalagens, juntas, passassem por um scanner. Em segundos, ele leria todos os itens ao mesmo tempo, faria a soma e também atualizaria o sistema de estoque da loja.

A tecnologia ainda precisa de aperfeiçoamentos, mas uma primeira versão aparece na revista IEEE Transactions on Electron Devices.

Ela é baseada em uma tinta com nanotubos de carbono própria para a produção de pequenos transistores em filmes – um elemento chave para as identificações em freqüências de rádio (RFID) em etiquetas.

Apesar de comuns, as etiquetas RFID de hoje são ainda muito caras por serem feitas de silício. A nova tecnologia permite que elas sejam impressas no próprio papel ou plástico das embalagens, diminuindo muito os custos.

O método usa um processo de gravura, e não de impressão, para substituir códigos de barra. Por enquanto, os pesquisadores já criaram com sucesso etiquetas de um bit – e trabalham em uma de 16 bits.

As etiquetas impressas com a tinta especial ligam quando recebem as freqüências de rádio corretas, e retornam para o sistema a informação que contêm – como, por exemplo, o preço.

As equipes trabalham agora em dois grandes problemas para que o produto possa se tornar comercializável: seu tamanho (ele precisa ter as medidas de um código de barras, ou seja, um terço do que é hoje) e seu alcance – que, no momento, ainda é muito pequeno.

Cinco bons aplicativos para iPad

Muitos duvidam do iPad, outros não aguentam mais ouvir falar do tablet, mas a verdade é que com os aplicativos rodando na tela de 9,7 polegadas, tudo pode mudar.

O próprio criador, CEO da Apple Steve Jobs, sabe da importância dos aplicativos desenvolvidos por empresas parceiras para criar a esperada “mágica” no setor da tecnologia. Sem eles, ao contrário do que ocorre com iPods Touch e iPhones, não há razão para o produto existir.

De início, são mais de 150 mil apps incumbidos de fisgar o consumidor e trazer novos modos de interação; alguns surpreendentes, outros decepcionantes, banais.

Confira abaixo cinco aplicativos que podem trazer algumas mudanças para a experiência do usuário, seja pela utilidade, pela inovação ou pelo acabamento.

Pandora Radio Velho conhecido dos fãs de música na web, a Pandora surge, de cara, como líder no setor de rádios online para iPad. Na tela do tablet, o app ganha uma dimensão diferente da que possui no iPhone, com mais detalhes gráficos, como capas de disco e informação dos artistas. Seu “cabeçalho” com o tocador de músicas e uma barra de buscas é bem similar ao iTunes. É gratuito, mas deve garantir a felicidade apenas dos americanos por tempo indeterminado.

Netflix Aqui o funcionamento é simples: seja um membro Netflix e assista a quantos filmes você quiser por streaming no iPad. São mais de vinte mil mídias disponíveis no acervo, que ainda possui um bom módulo de pesquisa e gerenciamento. Sim, o app é gratuito.

IMDB Fãs de cinema sempre querem consultar dados de filmes a qualquer instante; numa conversa ou mesmo no meio de um longa-metragem. Para a alegria de alguns, com o iPad em mãos e o app do IMDB instalado, todos os infinitos dados (são, por enquanto, cerca de 3,2 milhões de atores e mais de 1,5 milhões de filmes) aparecem na tela, inseridos num desenho de página especialmente pensado para o tablet. Ainda há trailers em HD, fotos, área de avaliação de filmes e uma loja de DVDs e Blu-ray. É da Amazon, é gratuito.

The Wall Street Journal Não se trata de uma escolha baseada no editorial, e sim, pelo modo que o Wall Street Journal promete trazer o conteúdo para o iPad. Com o aplicativo da publicação, os assinantes podem ler todo o jornal no tablet, com dados de mercado, vídeos e slides de fotos. Uma espécie de impresso animado na tela. Há ainda uma versão gratuita e mais simples com conteúdos limitados, mas esta não nos interessa tanto quanto a paga. Infelizmente.

Kindle Colorido, bem distribuído na tela sensível ao toque, com páginas animadas e configurações de ajuste de fonte e brilho. O Kindle chega ao iPad para vencer o iBook, sobretudo pelo fato de possuir um acervo bem maior que o “rival”: 450 mil títulos contra 60 mil. Fora isso, também faz bem o papel de oferecer gratuitamente algumas obras e dar amostras de todos os livros antes de efetuar a compra. Outro destaque é a ferramenta “dicionário”.

nologia pessoal

Cinco bons aplicativos para iPad

Guilherme Pavarin, de INFO Online Domingo, 04 de abril de 2010 – 13h25

 

Getty Images

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Um sapatinho de cristal para Cinderelas nerds

Elegantes, modernos, cheios de tecnologia (pelo menos por fora, com chips e pedaços de placas). São esses belos sapatos de salto dedicados às musas com um pé no mundo nerd. Mas, antes de encomendar um (para você ou para sua amada), saiba que eles não estão em qualquer loja de calçados – são apenas esculturas feitas pelo cubano Steven Rodrig.

Steven mora em Nova Jersey e não tem formação artística. Ele começou a fazer esculturas com placas de circuito quando percebeu que havia uma certa “beleza” nessas peças – ele trabalha no controle de qualidade de uma empresa que fabrica produtos eletrônicos. Depois de um ano montando as esculturas, ele diz que está pronto para mostrar (e também vender) suas criações aos amantes da tecnologia.

Além dos sapatos, Rodrig também cria insetos, flores e capas para livros. Criações que, segundo ele, podem mostrar “a beleza por trás dos produtos eletrônicos que usamos todos os dias”.

Como era seu portal favorito há alguns anos atrás?

Hoje em dia o conteúdo da internet é extenso, assim como a tecnologia utilizada nas páginas e seus conteúdos. Com tudo isso, às vezes é bom relembrar como tudo começou, a grande caminhada para chegar até como é hoje. Aquele portal com bastante conteúdo e visual bem-feito nem sempre foi daquele jeito. Vamos fazer agora uma pequena “volta no tempo” para relembrar como foi a internet que (talvez) você acessava há alguns anos.

AOL.com em 1996

Apple.com em 1997

Google.com em 1998

Microsoft.com em 2001

MSN.com em 2000

UOL.com.br em 1996

Yahoo.com em 1996

Fonte: Internet Archive

Quais aplicativos valem a pena ter no iPhone?

Ao comprar um iPhone, após fazer o básico (atualizar agenda, carregar músicas, etc), a primeira grande dúvida da maioria é: quais aplicativos instalar? A biblioteca é enorme e com isso as dicas do iTunes ficam bem genéricas.

Echofon

Quem usa o Firefox pode optar pelo Echofon para ver o Twitter. Free.

eBuddy

Além de MSN, funciona com o Facebook, GTalk e ICQ. Free.

Facebook

Ficou bem adaptado para o iPhone. Free.

Dia & Noite

Aplicativo grátis do Bradesco. Além de acessar a sua conta, mostra as agências que estão ao seu redor e a distância que você tem de andar até elas.

Speed Test

Grátis. Para saber com exatidão a velocidade de sua rede 3G.

Truques para melhorar suas buscas no Google

A ferramenta de busca do Google tem uma série de recursos. No entanto, há diversas dicas para usar melhor o buscador. É possível, por exemplo, fazer busca por arquivos específicos (exemplo: PDF, DOC, XLS), sites em específico e termos em certos domínios. Há ainda serviço de calculadora que converte medidas. Confira algumas dicas para refinar sua busca no Google.

A opção “define:” mostra a definição ou o significado de uma palavra. O Google busca em dicionários ou enciclopédias virtuais informações sobre a palavra digitada.

Para efetuar cálculos, basta colocar a operação na barra de busca e dar enter. É possível fazer subtração (-), multiplicação (* ou x) e divisão. O site também aceita 5 mais 105 ou 105 divido por 5.

O Google tem um conversor de moedas, mas os valores que ele dá são aproximados.

Com a calculadora também é possível descobrir a raiz quadrada – através da função sqrt -, realizar cálculos envolvendo potenciação ou até mesmo descobrir o seno ou o cosseno de um ângulo. Para isso basta escrever literalmente. Exemplo: cosseno de 90 ou 5 elevado a 3.

Esqueceu como transformar números decimais em romanos? Basta digitar o número e digitar “em romanos” na frente, como na imagem e dar enter.

Para converter unidades de medida o processo é parecido. No exemplo acima foi feita a transformação de quilômetros para metros. No entanto, o Google também aceita conversões do tipo: 7 g em kg, 25 graus Celsius em Kelvin, etc.

O Google tem uma espécie de hotsite dos principais sistemas operacionais existentes. Ao realizar buscas nesses endereços, o usuário encontrará dicas específicas do sistema. No exemplo acima, o google.com.br/linux foi acessado. Mas há o google.com.br/microsoft, o google.com.br/mac e o google.com.br/pda.

Outra dica clássica para fazer pesquisas no Google é o uso de aspas. Elas servem para procurar um termo exato.

Para saber a previsão do tempo de alguma cidade, digite tempo e o nome da localidade na frente.

A sintaxe “site:” faz com que a busca se limite a um site em específico. No exemplo acima, foi feita a busca de dicas no site do UOL Tecnologia.

O “filetype:” realiza buscas por tipo de arquivo. Acima, a busca foi feita por arquivos com extensão “.doc” (Word), porém, o site permite busca com extensões como PDF, XLS (Excel), PPT (Power Point), entre outras.

O “info:” dá informações sobre um site em específico. Além disso, ele permite a visualização da página no cache do Google (armazenamento temporário), buscar páginas semelhantes, páginas do site, entre outras opções.

O operador “-“, além de servir para operações matemáticas, pode ser usado na restrição de certos resultados em uma busca. No exemplo foi realizada uma busca sobre o tema teoria populacional, que não se refira a Thomas Malthu.